VR46 fica lisonjeada com interesse da Yamaha, mas avisa: “Queremos motos competitivas”
Diretor da VR46, Alessio Salucci ressaltou que a equipe tem contrato com a Ducati até 2024, mas se disse aberto a negociar depois disso. No entanto, dirigente deixou claro que o interesse é ter protótipos competitivos
Diretor da VR46, Alessio Salucci se disse lisonjeado com o interesse da Yamaha em ter a escuderia italiana como satélite na MotoGP, mas deixou claro que o interesse da estrutura de Tavullia é em motos competitivas. Além disso, Uccio voltou a lembrar que o contrato com a Ducati é válido também para 2024 e será cumprido.
A casa de Iwata vai encarar a temporada 2023 da classe rainha do Mundial de Motovelocidade sem nenhuma equipe cliente após ser trocada pela Aprilia pela RNF. A Yamaha, porém, não esconde o interesse em se aliar ao time de Valentino Rossi, mas a situação não é lá das mais simples.

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Ainda que a relação pareça óbvia, por causa da ligação entre Rossi e a Yamaha — o #46 conquistou quatro dos sete títulos na elite da motovelocidade com a YZR-M1 —, o contrato em vigor adiaria ainda mais os planos do time dos três diapasões de voltar a ter mais motos no grid.
“Para nós, é uma grande honra que a Yamaha esteja pressionando para nos ter, e nós estamos muito satisfeitos”, disse Salucci. “Mas nós temos um contrato com a Ducati até o fim do próximo ano e vamos respeitar isso”, avisou.
“No futuro, quem sabe? Mas estamos interessados em ter motos competitivas. Se a Yamaha, depois de 2024, tiver motos fortes, então estamos abertos a qualquer coisa”, avisou.
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