Norris vê lentidão “chocante” da McLaren em retas e espera “algo parecido” em Miami
Lando Norris reconheceu que a McLaren não teria conseguido resultado melhor que o nono lugar no GP do Azerbaijão, mas mesmo esperando performance semelhante em Miami, torce para que as atualizações funcionem "um pouco melhor"
Lando Norris saiu do GP do Azerbaijão com mais dois pontos, mas nem isso o deixou com a sensação de que a McLaren encontrou o caminho certo na temporada 2023 da Fórmula 1. O britânico reconheceu que a velocidade de reta ainda é uma deficiência do MCL60 que ficou ainda mais evidente no circuito de Baku. E a história deve se repetir em Miami, mesmo com as atualizações.
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O #4 passou praticamente a corrida inteira estacionado em 11º e contou com as paradas na última volta de Nico Hülkenberg, da Haas, e Esteban Ocon, da Alpine, para cruzar a linha de chegada em nono. Ao final da corrida, Norris admitiu que não via a hora de chegar à bandeirada.
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“Corrida longa, com 20 voltas, já esperava pelo fim”, disse Lando, explicando na sequência que o safety-car causado por Nyck De Vries acabou atrapalhando, mas nada que comprometesse o seu resultado final.
“Apenas não tivemos sorte, o safety-car saiu uma volta depois que paramos, então não perdemos nas posições reais, só para os carros de Hülkenberg e Ocon, mas eles ainda tinham de parar, então provavelmente não fez muita diferença. Mas acho que estaria correndo sozinho se tivesse voltado à frente deles, porque o resto do grid tinha ido embora”, ressaltou.
“Então, [foi] uma corrida um pouco particular em termos de ritmo, eu diria, mas [conseguimos] alguns pontos, o melhor que poderíamos pedir para hoje [domingo], então tenho de ficar feliz com isso”, frisou Norris, ainda bastante incomodado com o desempenho do carro em reta.
“A nossa velocidade em reta ainda é muito chocante, o que torna a ultrapassagem em um dia como hoje quase impossível. E não é como se tivéssemos muito mais downforce nas curvas para alcançá-los e, depois, desacelerar nas retas, simplesmente éramos iguais nas curvas e lentos nas retas”, analisou.
“Portanto é uma batalha difícil em dias como hoje, e provavelmente Miami será algo parecido, mas é uma pista nova, vamos analisar e entender algumas atualizações e talvez melhorá-las um pouco, e as atualizações devem funcionar um pouco melhor lá do que aqui”, encerrou.
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