Di Giannantonio diz que corrida em Austin o deixou com dores no braço: “Estou morto”
Fabio Di Giannantonio conquistou o primeiro pódio na MotoGP 2025, depois de passar por lesões no ombro e cirurgias nos últimos meses. O piloto da VR46, porém, lamentou as dores que sentiu na metade final do GP das Américas
O domingo (31) foi de alívio para Fabio Di Giannantonio no GP das Américas, pois representou o primeiro pódio na temporada 2025 da MotoGP. Depois de passar por lesões na clavícula e cirurgias, o piloto da VR46 comemorou muito a primeira aparição no top-3, mas lamentou as dores que apareceram durante a disputa em Austin.
O italiano teve uma prova de altos e baixos em Austin. Largando na segunda colocação, esteve no meio do caos antes da corrida, quando muitos pilotos trocaram as respectivas motos e adiaram a largada. Na partida, perdeu posições e precisou se recuperar até chegar no terceiro posto — herdado após a queda inesperada do então líder Marc Márquez.
“É incrível. Lutei durante todo o inverno e queria conquistar este pódio com a equipe. É um time fantástico. Estou esgotado, quero descansar porque foi duro e recebemos um presente com a queda do Marc, mas assim são as corridas”, disse Di Giannantonio.
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“Foi um começo de corrida maluco, para ser sincero, porque não sabíamos se chovia ou estava seco. Estava chovendo, mas o asfalto estava completamente seco. Estava na primeira fila, então precisava ver o que faziam Marc e Álex [Márquez]. Quando vi que o Marc foi mudar a moto, tive que estar na mesma posição que meus rivais”, acrescentou.
“Estava difícil conseguir um bom ritmo, por isso perdi um pouco e me distanciei [dos líderes]. No fim da corrida, tinha mais equipamento que o Álex, mas estava muito cansado e era tarde demais. Estou morto, depois da sétima volta meu braço esquerdo disse ‘adeus’ e precisei compensar com a outra parte do corpo”, finalizou.
A MotoGP volta a acelerar entre 11 e 13 de abril, com GP do Catar, em Lusail, quarta etapa da temporada 2025. O GRANDE PRÊMIO faz a cobertura completa do evento, assim como das outras classes do Mundial de Motovelocidade durante todo o ano.
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