#27: O futuro dos motores da F1: as adaptações e o que pode acontecer?

O Cadeira Cativa #27 recebe os jornalistas Rodrigo Mattar e Luiz Pandini para discutir o futuro da Fórmula 1. Flavio Gomes comanda a atração que tem início às 20h (de Brasília, GMT -3)

O Cadeira Cativa chega à edição de número 27 nesta quinta-feira (8). O programa, apresentado por Flavio Gomes, vai receber Rodrigo Mattar e Luiz Alberto Pandini para debater o futuro da Fórmula 1 após o anúncio da Honda, que comunicou saída da categoria após 2021. A atração vai ao ar, ao vivo, a partir das 20h (de Brasília, GMT -3), no canal do GRANDE PRÊMIO no YouTube.

Pandini é conhecido pelo vasto currículo no jornalismo de automobilismo. Foi repórter do Grupo Estadão em jornais como O Estado de S. Paulo e Jornal da Tarde, além de ter sido editor de revistas do ramo como Grid, Carro e Auto Esporte.

Rodrigo Mattar, que participa pela terceira vez do programa, passou pelo Jornal do Brasil e foi editor dos extintos programas Grid Motor e Linha de Chegada no SporTV. Há seis anos, está no Fox Sports como produtor e comentarista de diversas categorias. Ele também é o autor do blog ‘A Mil Por Hora‘, parceiro do GRANDE PRÊMIO, desde 2008.

Os maiores pilotos da Fórmula 1 por aproveitamento

Lewis Hamilton é o maior piloto da história da Fórmula 1? Ou é Michael Schumacher? Ah, já sei, é o Ayrton Senna? Ok, nessas horas sempre vem aquele que diz que “vocês dizem isso porque nunca viram Juan Manuel Fangio ou Jim Clark correrem”. A verdade é que tudo isso é relativo. Por isso, que tal olhar para os números da F1 de uma forma diferente, pelo aproveitamento?

Claro que nem assim os números, sempre frios, entregam toda a verdade. Há a percepção humana, o envolvimento do público, o que cada um fez além das pistas e, obviamente, as diferenças entre carros e campeonatos das mais diversas épocas. Olhar porcentagens em vez de números absolutos pode, claro, atenuar distorções causadas por épocas em que se corrida muito menos que hoje – mas eleva, também, pilotos que por algum motivo correram muito pouco, entre outas questões.

Michael Schumacher é um exemplo clássico: o alemão, após se aposentar, retornou para a F1 e fez mais três temporadas pela Mercedes. Sem vitórias e com um único pódio, tal período fez com que o aproveitamento do heptacampeão caísse, ainda que sem afetar seus números absolutos.

Além disso, campões que morreram jovens podem ter sido privados de conquistar mais vitórias e títulos, mas também não passaram pelo mesmo período de fim de carreira de campeões como Schumacher, Kimi Räikkönen e Fernando Alonso, apenas para citar três recentes.

Dito isso, vamos aos aproveitamentos da Fórmula 1 neste top 10 especial, em números contabilizados até o último GP de Eifel de 2020.

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