Após aprovação da FIA, Ecclestone admite que futuro à frente da F1 agora está nas mãos do Liberty Media

Bernie Ecclestone, ainda chefão da F1, admitiu que seu futuro à frente da maior das categorias agora está nas mãos do Liberty Media, grupo norte-americano que deve concluir até o final deste mês a compra total do Mundial

 

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Ainda ocupando uma posição de comando na F1, Bernie Ecclestone admitiu que não há garantias sobre seu futuro no esporte, agora que a aquisição da maior das categorias está quase concluída pelo Liberty Media. O grupo norte-americano ganhou a aprovação final de seus acionistas para a compra e também da FIA (Federação Internacional de Automobilismo). Espera-se que o negócio seja completado até o final deste mês. E, diante deste cenário, surge o questionamento sobre que papel o inglês terá a longo prazo dentro da nova estrutura do Mundial.

 
No ano passado, Ecclestone chegou a revelar, quando da notícia da venda da F1, que o Liberty havia o convidado para seguir com a nova chefia por mais três anos, mas agora a oferta foi colocada em dúvida. Recentemente, especulações apontaram para o envolvimento de Sean Bratches, ex-executivo da ESPN.

De acordo com informações da Sky News, Bratches assumiria o controle do setor de marketing, patrocínios e direitos de mídia da F1 – área amplamente dominada por Ecclestone há anos.

 
Falando à agência 'AP' nesta quinta-feira, Ecclestone afirmou que a decisão sobre seu futuro agora está nas mãos do Liberty. "Teremos de ver como vamos organizar a empresa agora", disse o inglês. "Não é mais um caso nos meus termos, é um caso de como vamos verificar tudo e ver o que podemos fazer, aonde queremos ir", completou.
O chefão da F1, Bernie Ecclestone, compareceu à festa em Viena junto com Chase Carey, novo presidente da categoria (Foto: FIA)

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"Na verdade, é algo que teria acontecido de qualquer maneira. Nós precisamos colocar tudo em ordem, porque se eu não estiver mais aqui por uma doença ou outra coisa, agora é a hora de fazer isso. Nós estávamos no meio de tudo quando soubemos da compra, nós recuamos e pensamos: 'vamos esperar porque eles são os donos da empresa e cabe a eles decidir quem ou o que querem'", explicou.

 
O Liberty já falou sobre possíveis mudanças no calendário, manifestou o desejo de transformar os GPs em grandes eventos e expandir a presença da F1 em plataformas digitais, algo que Ecclestone tem sido resistente há muito tempo. Comentando as propostas, o dirigente confirmou: "É isso que eles pediram".
 
"Na verdade, vamos tentar reunir as pessoas que podem cuidar de todas as coisas que tenho tentando fazer e coisas assim. Como eu disse, agora temos de ver como tudo vai funcionar", encerrou.
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