Após trágico acidente com Monger na F4 Inglesa, FIA determina mudança na parte traseira dos carros da F1

A FIA abriu investigação para entender as causas do gravíssimo acidente sofrido por Billy Monger, que teve as duas pernas amputadas, e fez um pedido às equipes da F1. A partir deste fim de semana, em Mônaco, os times vão ter de mudar o ponto de encaixe do macaco na parte traseira dos carros por motivos de segurança

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : ‘pt’
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : ‘inread’
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

O trágico acidente sofrido por Billy Monger na F4 Inglesa em Donington Park no último mês de abril chocou o mundo do esporte. O jovem piloto, então com 17 anos, não teve tempo de reação e acertou em cheio a traseira do carro de Patrick Pasma, que estava lento na pista. O impacto foi brutal, a ponto de Monger ter as duas pernas amputadas. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) providenciou uma investigação sobre o acidente e entende que é preciso efetuar mudanças nos monopostos, inicialmente da F1 e depois de outras categorias. 

 
Na sequência de uma série de estudos a respeito, a FIA determinou que as equipes precisam realizar ajustes na parte traseira dos carros de modo a mudar o ponto de encaixe do macaco traseiro, em que algumas peças ficam mais expostas para que o mecânico tenha mais facilidade para levantar o bólido. A medida foi anunciada por Laurent Mekies, diretor de segurança da FIA, e passa a valer já para o fim de semana do GP de Mônaco.
A FIA determinou mudanças no ponto de encaixe do macaco traseiro nos carros da F1 (Foto: AFP)
“Na esteira de vários acidentes contra as traseiras dos carros de várias categorias de monopostos, a FIA quer que as equipes da F1 se assegurem que o design do ponto de encaixe do macaco traseiro não possa atuar de forma agressiva em um acidente. Considerando a dureza, a forma e a posição dos pontos de suporte do macaco traseiro do carro, são considerados pontos onde pode se originar uma batida entre os carros e alterar a estrutura de outro carro”, explicou o engenheiro.
 
“O uso de design agressivo não vai ser mais permitido a partir do GP de Mônaco. Todos os pontos de levantamento do carro devem ser primeiramente aprovados pelo departamento técnico da FIA”, disse Mekies, que explicou o que quer dizer com design agressivo. “Geometricamente, não pode haver o primeiro ponto de contato entre um bico de um carro e o RIS [estrutura de impacto traseira], e esses pontos não podem ultrapassar mais de 45 mm desde a superfície do RIS”, disse.
 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “5708856992”;
google_ad_width = 336;
google_ad_height = 280;

Nem todas as equipes precisaram efetuar a mudança, já que muitas já tinham o projeto original em conformidade com a nova exigência da FIA. A Haas foi um dos times que precisou providenciar alterações, mas tudo ocorreu sem grandes problemas. Guenther Steiner, chefe do time norte-americano, ressaltou que o mais importante é, sem dúvida, garantir a integridade física dos pilotos.

 
“Tivemos de mudar nosso ponto de encaixe do macaco. É uma mudança por um bom motivo. As peças chegaram na quarta-feira, e tudo certo. A peça no macaco teve de ser mudada, e algo no carro também, mas nada muito complicado. É a coisa certa a ser feita, e nós damos total apoio. Havia uma razão para isso, e se aprendemos alguma coisa, nós devemos mudar”, concluiu.
 
GENIAL, ALONSO FOI ESPETACULAR NA CLASSIFICAÇÃO EM INDIANÁPOLIS E ENTRA NO PÁREO PELA VITÓRIA

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

google_ad_client = ‘ca-pub-6830925722933424’;
google_ad_slot = ‘8352893793’;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 250;

fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(‘crt_ftr’).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(‘cto_ifr’);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(‘px’)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write('’);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube