Button defende maior presença de mulheres no automobilismo e na F1: “É possível”

O inglês Jenson Button acha que as mulheres são capazes, sim, de competir em alto nível no esporte a motor. Última mulher que correu na F1 foi Giovanna Amati, em 1992

Jenson Button acredita que a presença das mulheres no Mundial de F1 será mais forte no futuro. Porém, para que isso aconteça, é necessário que elas recebam a chance de iniciar no automobilismo ainda na infância, opinou o campeão do mundo.

“É possível”, defendeu Button. Na história da F1, apenas cinco mulheres tiveram a chance de participar de um fim de semana de GP, sendo que a última foi a italiana Giovanna Amati, em 1992, com a Brabham.

Jenson Button pensa que as mulheres são capazes de chegar à F1 (Foto: Getty Images)

Destas cinco, apenas uma conseguiu pontuar: a também italiana Lella Lombardi, que marcou 0,5 ponto no GP da Espanha de 1976, disputado no circuito de rua de Montjuïc – a primeira prova da história da F1 que distribuiu apenas metade dos pontos, devido à interrupção da disputa após um grave acidente.

Para Button, “o grande problema é que as mulheres não recebem uma oportunidade cedo”.

“Há duas mulheres na Nascar que já ganharam corridas. Eu acho que isso vai mudar ao longo dos anos, as mulheres vão entrar nos níveis mais baixos, mas é um esporte muito exigente. Pessoalmente, eu acho que é possível”, opinou o piloto da McLaren.

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