Caterham já admite fracasso com vaquinha e apela até para leilão entre pilotos. Inglesa Alice Powell tem chances
Faltando ainda £ 1 milhão (cerca de R$ 4 milhões) para alcançar a meta, o administrador da Caterham já viu que não vai conseguir levantar o dinheiro pela vaquinha virtual até a sexta-feira. No entanto, trabalha para fechar contratos com "sérios investidores" e até mesmo promove um leilão para que os dois pilotos que fizerem a melhor oferta fiquem com as vagas. Uma pilota britânica aparece bem
A um dia do fim estipulado do crowdfunding que deveria reunir aproximadamente R$ 9,6 milhões, a administração que toma conta da Caterham meio que jogou a toalha com relação à meta financeira, mas não com o objetivo final. Com 57% da grana levantada, a perspectiva de conseguir pouco mais de £ 1 milhão é ínfima, admitiu nesta quinta-feira (13) Finbar O'Connell, o passageiro novo dono da equipe.
Ao jornal inglês 'The Telegraph', o administrador afirmou que está conversando com "um número de partes que pode fazer um investimento substancial". "É possível que a gente chegue a £ 1,8 milhão [cerca de R$ 7.5 milhões] até amanhã e outros £ 0,5 [acima de R$ 2 milhões] de outras fontes, então vamos tomar a decisão de ir", declarou O'Connell.
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O'Connell salientou a importância das doações públicas, mas não deixou de confessar que estas foram lideradas por "alguns investidores sérios". "Nós estamos tentando assinar contratos que vão preencher um grande buraco. Ainda acredito firmemente que vamos correr", completou.

A busca pela grana salvadora também envolve uma espécie de leilão das vagas dos pilotos. Marcus Ericsson, já se sabe, não vai correr pela equipe depois de ter encerrado seu vínculo. Kamui Kobayashi também não parece estar na lista dos favoritos — eufemismo para abastados. Nos últimos dias, tem-se ventilado o nome da não muito conhecida pilota Alice Powell, de 21 anos, que pinta, impressionantemente, como favorita a pegar um dos carros verdes.
Powell teve passagens pela F-Renault Inglesa, GP3 e até pela World Series. Quem está por trás de sua oferta é o avô, um sargento aposentado da Forca Aérea Real britânica. O problema, neste caso, é a superlicença que a pilota teria de receber para que fosse liberada à corrida — o que não deve acontecer, segundo as regras da FIA.
O segundo na lista é o já campeão da GP2, Jolyon Palmer. Há outros três nomes que figuram como candidatos, mas suas identidades não foram reveladas.

Há 20 anos, Michael Schumacher dava o primeiro grande passo para ficar na história. Naquele 13 de novembro, o alemão – que dez anos mais tarde se tornaria heptacampeão mundial – conquistava o seu primeiro título na F1.
E que temporada peculiar foi a de 1994. Sem dúvidas, um dos campeonatos mundiais mais inesquecíveis da história.
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