Chefe da Mercedes vê “mistério italiano” em melhor trato da Ferrari com pneus, e Pirelli rebate: “São os mesmos para todos”

Enquanto a Mercedes — sobretudo Lewis Hamilton — tem uma temporada marcada por dificuldades na gestão dos pneus ultramacios, a Ferrari nada de braçada. A ponto de Toto Wolff não entender como a rival segue sem problemas. Mas a Pirelli se defendeu e deixou claro: não há privilégios a ninguém

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Dominante nos três últimos anos na F1, a Mercedes agora reconhece que está num patamar inferior em relação à Ferrari na temporada 2017. Uma das principais dificuldades da equipe prateada ao longo deste princípio do campeonato tem sido a gestão dos pneus. Lewis Hamilton, por exemplo, teve muitos problemas nos GPs da Rússia e também no fim de semana do GP de Mônaco. Não à toa, foram nessas etapas que o britânico teve seus piores resultados até agora no ano — quarto em Sóchi e sétimo em Monte Carlo —, e isso explica um pouco a diferença de 25 pontos para Sebastian Vettel, da Ferrari.

 
Logo após o fim do GP de Mônaco, Toto Wolff disse que não entende os problemas ocorridos com os pneus. A ponto de sugerir algo misterioso entre a Pirelli e a Ferrari. Depois de um desempenho sofrível na tarde de sexta-feira e em todo o sábado, Hamilton conseguiu reencontrar um bom ritmo com os ultramacios, algo que o chefe da Mercedes quebra a cabeça para tentar compreender.
A Ferrari não tem encontrado dificuldades no trato com os pneus, diferente da Mercedes de Toto Wolff (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
“Tive uma pequena conversa com Hamilton depois da corrida e lhe disse: ‘Você sente que recuperou a aderência?’. E ele falou que sim. O motivo continua sendo um mistério italiano. Só precisamos entender por que a Ferrari pode rodar com seu carro nestas condições”, afirmou o dirigente em entrevista veiculada pelo site ‘Crash.net’. 
 
Mas a Pirelli se defende e deixa claro que não há privilégios a nenhuma equipe. Marco Tronchetti Provera, presidente da fornecedora de Milão, lembrou que a Mercedes dominou as últimas temporadas e não houve os questionamentos como agora. “Os pneus são os mesmos para todos. A Mercedes teve muito sucesso e agora enfrenta uma tarefa árdua, mas ela vai voltar”, disse o executivo italiano.
 

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No entanto, Provera reconheceu que está feliz por ver a Ferrari conseguir fazer um bom trabalho junto aos engenheiros designados pela Pirelli para trabalhar com a escuderia. “De qualquer forma, com os engenheiros que trabalham na equipe, a Ferrari fez algo inesperado. É preciso aplaudir e estar satisfeito pelo trabalho de uma equipe italiana”, complementou.

 
Os pneus ultramacios vão voltar a ser usados na próxima etapa da temporada, o GP do Canadá, entre 9 e 11 de junho. O circuito Gilles Villeneuve, contudo, é teoricamente bastante favorável a Hamilton, que tem nada menos que cinco vitórias em Montreal.
 
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