Com contrato até fim do ano, chefe da Mercedes indica permanência: “Curto demais meu trabalho”

Aos 45 anos e desde 2013 como chefe de equipe da Mercedes, Toto Wolff indicou que deve permanecer por mais tempo no posto. Seu contrato com a escuderia tricampeã do mundo vence no fim deste ano, mas deve ser renovado por mais algumas temporadas do Mundial de F1

 

Conhecido hoje no paddock por ser uma das figuras mais influentes da F1, Toto Wolff está perto de renovar seu vínculo com a Mercedes. O diretor-esportivo da marca alemã e chefe da escuderia tricampeã mundial se consolidou como um dos pilares do sucesso do time desde 2013, quando assumiu o cargo. Ao lado de Niki Lauda, Paddy Lowe, Lewis Hamilton e Nico Rosberg, o dirigente austríaco foi elemento-chave nos anos de glória da Mercedes na F1.

 
Aos 45 anos, Wolff tem contrato com a Mercedes até o fim desta temporada. Entretanto, nada indica uma saída do austríaco ao fim desta temporada. Pelo contrário. Além de diretor-esportivo e chefe de equipe, posto que assumiu após a saída de Norbert Haug em 2012, Toto também é grande acionista da equipe na F1, com 30% das ações do time.

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Toto Wolff deve continuar por muito tempo na chefia da Mercedes na F1 (Foto: Mercedes)
“Trabalhar na administração é bom, há muitas pessoas com as quais aprendo todos os dias, o que me faz curtir demais meu trabalho. Então você pode esperar que eu continue a fazer isso durante algum tempo”, declarou o dirigente em entrevista ao jornal alemão ‘Frankfurter Allgemeine Sonntagszeitung’.
 
A influência de Wolff no mundo da F1 vem aumentando a cada temporada e se percebeu de forma muito nítida em 2016. Foi Toto quem determinou, por exemplo, a ida de Esteban Ocon, jovem do programa de desenvolvimento da Mercedes, para a Force India. O austríaco também definiu uma das vagas na Sauber ao bancar a ida de Pascal Wehrlein depois de o alemão ter sido preterido no time prateado, que tirou Valtteri Bottas da Williams.
 
Mas para que o finlandês deixasse o time britânico, houve uma grande contrapartida. A volta de Felipe Massa à Williams também tem o dedo de Wolff, uma vez que é a Mercedes quem arcará com parte do salário que o brasileiro vai receber neste ano de contrato com a escuderia de Grove.
 
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