Com futuro de Monza ainda ameaçado, circuito de Mugello recebe homologação máxima da FIA

A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) concedeu homologação máxima ao circuito de Mugello. Casa do GP da Itália, Monza ainda não garantiu seu futuro na F1, já que não tem a verba necessária para atender as demandas de Bernie Ecclestone

As dificuldades financeiras do circuito de Monza podem não significar o adeus do GP da Itália ao calendário da F1. Às vésperas do início da temporada 2016, a FIA (Federação Internacional de Automobilismo) concedeu a homologação máxima — Grau 1 — ao circuito de Mugello.

 
Propriedade da Ferrari, a pista da Toscana tem um circuito de 5.245 km, 15 curvas e sua maior reta com 1.141 metros. Além disso, o circuito, que recebe o Mundial de Motovelocidade de forma regular desde 1991, tem capacidade para 50 mil pessoas.
Mugello recebe o Mundial de Motovelocidade de forma regular desde 1991 (Foto: Yamaha)
Monza, sem contrato com a F1 para além de 2016, segue longe de ser garantida no calendário do Mundial para os próximos anos, segundo confirmou Bernie Ecclestone.
 
Os presidentes do Automóvel Clube da Itália, Sticchi Damiani, e do Automóvel Clube de Milão, o ex-piloto Ivan Capelli, estão à frente das negociações, mas ainda esbarram em certas questões, como o dinheiro pedido por Ecclestone. De acordo com Damiani, são R$ 110 milhões anuais exigidos por Bernie para confirmar Monza.
 
Monza é uma pista histórica da F1 e está no calendário como casa do GP da Itália desde 1950 – o início do Mundial. Somente em 1980 Monza ficou fora do campeonato – e o GP italiano foi sediado em Ímola -, isso porque o circuito passava por obras de revitalização.
 
Mugello, por sua vez, nunca sediou uma corrida da F1, mas foi palco de testes coletivos na temporada 2012, quando recebeu elogios dos pilotos.
 
Mark Webber, por exemplo, disse que “preferia dar dez voltas em Mugello do que mil em Abu Dhabi”.
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