Com Massa ao lado de Stroll na Williams, F1 tem maior diferença de idade entre companheiros de equipe na ‘Era Moderna’

Há tempos a F1 não contava com uma diferença de idade tão grande entre companheiros de equipe. Não faz muito tempo, entre 2010 e 2012, Michael Schumacher e Nico Rosberg compartilharam os boxes da Mercedes, com 16 anos, cinco meses e 22 dias separando o nascimento dos dois pilotos. A diferença entre Felipe Massa e Lance Stroll, novos parceiros na Williams, é de 17 anos, seis meses e quatro dias. Apenas nos anos 60 houve disparidade tão grande

 

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O regresso de Felipe Massa ao grid do Mundial de F1, oficializado na última segunda-feira (16) pela Williams, acabou por proporcionar a maior diferença de idade entre dois companheiros de equipe na chamada ‘Era Moderna’ da categoria, a partir dos anos 1980. Antes, entre 2010 e 2012, Michael Schumacher e Nico Rosberg compartilharam os boxes da Mercedes com uma diferença de 16 anos, cinco meses e 22 dias separando os dois pilotos. Agora, Massa, que terá como seu novo colega de time o jovem Lance Stroll, é simplesmente 17 anos, seis meses e quatro dias mais velho que o canadense. Apenas em um passado já bastante distante a F1 registrou diferenças de idade tão grandes entre companheiros de equipe.

 
Entre os anos 1950 e 1960, a F1 registrou grande diferença de idade entre pilotos da mesma equipe, mas por um motivo oposto ao dos dias atuais. Naquela lendária época de nomes como Giuseppe Farina, Alberto Ascari, Juan Manuel Fangio e Stirling Moss, entre outros grandes pilotos dos tempos áureos da F1, os competidores não raramente continuavam a carreira após os 50 anos. Louis Chiron, por exemplo, disputou sua última corrida, o GP de Mônaco de 1955, com 55 anos, nove meses e 19 dias.

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Em 2010, Massa tirava foto ao lado do então menino Stroll. Hoje, são companheiros de equipe (Foto: Instagram/F1)
Nesta época, a F1 se notabiliza por colocar na pista pilotos cada vez mais jovens. O maior exemplo disso é Max Verstappen, que fez sua primeira corrida no Mundial com 17 anos, cinco meses e 15 dias. O recordista dentre os competidores da ‘Era Antiga’ da F1 foi o mexicano Ricardo Rodríguez, que fez seu debute no GP da Itália de 1961. Mas era extremamente raro à época um piloto correr no Mundial antes dos 20 anos de idade.
 
Desta forma, houve casos em que as diferenças de idade entre companheiros de equipe nos anos 1950 e 1960 foram muito notáveis. Fangio e Moss foram colegas de time na Mercedes na primeira década da história da F1. O lendário argentino era 18 anos, dois meses e 22 dias mais velho que o britânico. Em 1956, Fangio correu na Ferrari e teve como um dos seus colegas de time o também britânico Peter Collins. A diferença de idade entre os dois pilotos era de 20 anos, quatro meses e 13 dias, com Juan Manuel sendo o mais velho.
 
Outro caso emblemático envolve justamente o piloto mais velho a disputar uma prova da F1. Chiron, no mesmo GP de Mônaco em que quebrou a citada marca, emplacou também a maior diferença de idade entre companheiros de equipe da história do esporte. Nascido em 3 de agosto de 1899, Chiron foi nada menos que 20 anos, quatro meses e 13 dias mais velho que um dos seus companheiros de equipe naquela prova, o italiano Eugenio Castellotti, quando ambos corriam na equipe Lancia.
Parceiros entre 2010 e 2012, Rosberg correu ao lado do já veterano Schumacher na Mercedes (Foto: Mercedes)
A diferença de idade entre Massa e Stroll se aproxima das maiores marcas da história entre companheiros de equipe. O que mostra também o quanto o brasileiro será fundamental neste processo de aprendizado do jovem e endinheirado canadense no começo da sua carreira na F1. Além de ser a grande referência de um time que sonha em viver dias melhores, Massa vai exercer, também, o papel de ‘professor’ do jovem Lance Stroll.
 
Certamente, o canadense não poderia ter piloto melhor para aprender os caminhos de um universo tão difícil e às vezes até cruel como é o da F1.
 
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BRUNO SENNA FALA DA CARREIRA, DO FUTURO E DA VOLTA DE MASSA

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