Com Red Bull como referência, Renault mantém pés no chão e frisa que só vai brigar por título em 2020

Red Bull e Renault são parceiras desde 2007, muito antes dos taurinos virarem um sucesso na F1. Essa ascensão pode servir de referência para os franceses, que revitalizam toda a estrutura de Enstone para colher os frutos em 2020

 

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2016 foi um ano decepcionante para aqueles que esperavam um retorno grandioso da Renault à F1. O carro tinha as cores da marca francesa, mas seguia com o ritmo fraco da era Lotus: só oito pontos foram somados, suficiente apenas para fechar a temporada em nono no Campeonato de Construtores. Mesmo assim, ninguém está arrancando os cabelos em Enstone: Cyril Abiteboul chefe da escuderia, faz questão de frisar que os verdadeiros resultados da montadora só serão vistos por volta de 2018. Título? Não ouse falar disso antes de 2020.
 
Os prazos enormes são consequência de problemas estruturais. Em Enstone, onde os chassis são montados, existe a queixa de que a estrutura é obsoleta – e isso não se resolve do dia para a noite. Obras profundas de revitalização estão sendo feitas na fábrica que, de tão vitoriosa, acabou parando no tempo. O novo maquinário só deve entrar em uso no carro de 2018.
 
“O carro que vai ser desenvolvido para 2018 vai ser um reflexo da nossa reestruturação. Mas sempre dá para melhorar, então vamos desenvolver o carro de 2018 já pensando em 2019”, refletiu Abiteboul, em entrevista à revista ‘F1 Racing’.
 
“Acho que o primeiro ano para avaliar o que estamos fazendo vai ser 2018. Mas não estou dizendo que quero descartar 2017, ou que temos desculpas para não avançar em 2017. Anunciamos ano passado que nosso objetivo era brigar pelo título em 2020 e por pódios em 2018. Sobre os objetivos de 2017, ainda temos que conversar sobre isso em um almoço nesse mês”, brincou.
A Renault se reestrutura para voltar às glórias (Foto: Beto Issa)
O projeto de superação da Renault tem uma referência. A Red Bull, tetracampeã da F1 e atual segunda força do grid, trabalha junto dos franceses desde 2007. Acompanhando a equipe de Milton Keynes, Abiteboul tirou alguns aprendizados.
 
“A Red Bull é nossa referência”, resumiu Cyril. “As pessoas os veem como um centro de inovação fantástico, e eles são, mas o que também os torna fortes é a capacidade de criar peças. A velocidade deles para levar inovações até a pista é a melhor de todas”, seguiu.
 
“Fomos expostos ao modelo da Red Bull por anos. E às vezes isso era doloroso, os prazos de entrega são diferentes para chassi e motor. Isso acaba explicando algumas das dificuldades que tivemos em 2014 e 2015, mas também serviu de aprendizado quando formamos nosso próprio time, começamos a tentar passar os melhores elementos do modelo da Red Bull para o nosso”, concluiu.
 
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