Confira declarações dos pilotos após GP da Inglaterra da Fórmula 1 2024
Num dia inteiro de Lewis Hamilton, a Fórmula 1 realizou a 11ª etapa da temporada 2024. E dá para dizer que foi o GP da Inglaterra foi a melhor corrida no ano
A Fórmula 1 viveu a melhor corrida da temporada 2024 neste domingo (7): o GP da Inglaterra foi eletrizante, contou com várias alternativas e briga tripla de pilotos e equipes pela vitória. E a grande história que se estabeleceu foi o triunfo de Lewis Hamilton, primeiro após quase três anos. A quebra do jejum na última etapa disputada em casa vestindo as cores da Mercedes.
Atrás do emocionado Hamilton, que tirou o peso de um planeta nas costas ao voltar a vencer aos 39 anos de idade, Max Verstappen e Lando Norris foram ao pódio. Oscar Piastri, Carlos Sainz, Nico Hülkenberg, Lance Stroll, Fernando Alonso, Alexander Albon e Yuki Tsunoda fecharam o top-10.
A Fórmula 1 continua a temporada 2024 entre os dias 19 e 21 de julho, em Hungaroring, com o GP da Hungria.
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Confira as declarações pós-GP da Inglaterra:
Lewis Hamilton, primeiro: Hamilton celebra fim do jejum com “incrível” Mercedes: “Luto por isso desde 2021”
Max Verstappen, segundo: Verstappen destaca tática da Red Bull na Inglaterra e admite: “Não tínhamos ritmo”
Lando Norris, terceiro: Norris exalta Hamilton, mas se frustra com 3º: “Não fizemos tudo que poderíamos”
Oscar Piastri, quarto: Piastri evita culpar tática da McLaren por 4º lugar, mas “temos coisas a revisar”
Carlos Sainz, quinto: Sainz destaca falta de ritmo da Ferrari em “uma das minhas corridas mais sólidas”
Nico Hülkenberg, sexto: Hülkenberg se anima com resultado na Inglaterra e vê Haas “na briga para ser 5ª força”
Lance Stroll, sétimo: “Corrida complicada hoje, mas conseguimos gerenciar a situação e somamos bons pontos para a equipe. Larguei bem e passei Hülkenberg de cara. Aí, a chuva caiu por algumas voltas e paramos para colocar pneus intermediários. É sempre um desafio julgar quanto tempo dá para sobreviver com slicks na pista molhada – você não quer ficar com eles tempo demais e terminar no muro -, mas creio que tomamos a decisão certa. É bom terminar a tripleta de corridas num fim de semana mais competitivo. É um ganho de moral para o time. Agora é tentar carregar o bom momento para a Hungria.”

Fernando Alonso, oitavo: Alonso celebra pontos e lamenta “experiências das últimas corridas” na Aston Martin
Alexander Albon, nono: “Colidi no meio do pelotão nas curvas três e quatro [na largada] e perdi um pedaço da asa dianteira, então fiquei preocupado logo no começo. Depois disso, as coisas se acertaram e fiquei feliz. Sabia que a chuva viria e teria uma segunda chance, então tinha de permanecer paciente e esperar pelas oportunidades. Acertamos as decisões quase todas e paramos no momento certo para colocar os pneus precisos. Perdemos tempo numa pit-stops, mas sem danos. Poderíamos ter marcado mais pontos, mas estou feliz. É um fim de semana em que realmente tinha de ir bem para a equipe, então [marcar pontos] em nossa corrida de casa é muito especial.”
Yuki Tsunoda, décimo: “Corrida boa, mas dura. Baseado no ritmo que tivemos no treino livre, sabia que seria difícil marcar pontos em pista seca, então acho que a chuva ajudou a manter a desvantagem pequena. Normalmente, em corridas passadas, não queria muito a chuva, mas hoje nos ajudou. Foi um pontos e vamos aceitar de bom grado. Agora é hora de olhar para frente e seguir adiante. Estou animado com a possibilidade de usar aquilo que aprendemos nas últimas corridas para as últimas corridas antes do recesso. A Hungria tem mistura de alta e baixa velocidade, então espero que usemos nossas forças para brigar no top-10.”
Logan Sargeant, 11º: “Do TL2, quando tivemos dificuldades com o tanque cheio, em diante, melhoramos muito o carro. E ficou claro. Nosso ritmo era bom, sobretudo com pneus slick. Tive um pouco de dificuldades na pista que secava enquanto eu andava de intermediários que se desgastavam, mas executamos tudo relativamente bem e fomos competentes em condições difíceis. Demos azar quando paramos os dois juntos para colocar intermediários e eu tive de esperar, porque Alex acabou tendo pit-stop lento e custou caro. Claro que, olhando depois, poderíamos ter tomado alguns decisões um par de voltas antes, algo que pode ter sido a diferença entre pontuar ou não. Mas, no geral, estou feliz com a maneira que guiamos no fim de semana.”

Kevin Magnussen, 12º: “Paramos uma volta cedo demais, acredito. Estávamos no caminho de alcançar Albon, ele ficou mais uma volta e abriu muito. O ritmo não era muito bom com os pneus macios, desgastou demais e não tive stint muito positivo. É ótimo que Nico tenha marcado oito pontos hoje, foram dois fins de semana realmente bons para a equipe. É muito importante. Gostaria de ter contribuído mais, mas não tive como.”
Daniel Ricciardo, 13º: “Condições mistas, o que sempre é divertido. No fim das contas, aproveitamos algumas oportunidades, mas infelizmente não éramos tão competitivos. Foi um daqueles dias em que sofremos mais que deveríamos, então tentaremos descobrir o motivos. Nas últimas três semanas, creio que perdemos um pouco com as últimas atualizações em comparação a alguns de nossos rivais no pelotão intermediário. Temos trabalho a fazer para as próximas corridas. Está tudo bem agora, temos uma semana e meia para reiniciar e voltar a Budapeste num circuito totalmente diferente.”
Charles Leclerc, 14º: Leclerc lamenta tática falha na Inglaterra e se preocupa: “Muita coisa dando errado”
Valtteri Bottas, 15º: As condições hoje eram muito complicadas, especialmente quando estávamos de pneus de seco na pista molhada. Mesmo assim, acho que acertamos as estratégias. Sempre estivemos entre os primeiros a trocar os pneus e ler as condições. Não fizemos nenhuma parada desnecessária e provavelmente tiramos o máximo das circunstâncias. As paradas foram bem boas também. Infelizmente, não tínhamos muito ritmo em quaisquer condições, mas ainda terminamos em posição melhor que aquela onde largamos. Fiquei feliz de ver Lewis [Hamilton] vencer, especialmente na corrida de casa. Sei que significa muito para ele e como essa prova é importante. Agora teremos duas semanas para mirar melhoras. Temos atualizações vindo aí, espero que nos ajudem a dar alguns passos que outros times já deram.”

Esteban Ocon, 16º: “Os resultados de hoje concluem um fim de semana difícil para a equipe. Tomamos decisões erradas nos três dias, o que significa que não tivemos chance de brigar. Sabíamos que o tempo ficaria com mudanças, mas não otimizamos a estratégia com as escolhas de pneu e caímos como consequência. No geral, fim de semana para esquecer e recuperar até Budapeste, que é uma pista que gosto muito e tenho ótimas memórias.”
Sergio Pérez, 17º: Pérez lamenta “aposta que não se pagou” na Inglaterra, mas jura: “Tínhamos de tentar”
Guanyu Zhou, 18º: “Hoje não foi nosso dia. Largamos com pneus macios e esperávamos descontar o máximo de tempo antes da chuva. Até avançamos bem, mas, infelizmente, a chuva veio tarde demais e meus pneus já tinham acabado. Mudamos para os médios e, quando a chuva finalmente chegou, parei para colocar intermediários. Mas minha corrida já estava comprometida depois da primeira parte. No geral, nosso ritmo de classificação é semelhante ao que tínhamos em Barcelona, mas ainda temos trabalho a fazer antes de brigar por pontos. Talvez seja uma jornada mais longa, mas espero que achemos uma solução rápida. Após a tripleta europeia, continuamos a usar o tempo até Budapeste, pista que foi boa para a gente no passado, para trabalhar no carro e melhorar.”
George Russell, não completou: Russell lamenta abandono “frustrante” na Inglaterra: “Tinha chance de pódio”
Pierre Gasly, não largou: “Imediatamente percebemos que havia algo errado com o carro ao sair da garagem e suspeitamos que era um problema no câmbio. Sabíamos que talvez fosse difícil começar a corrida e, no fim das contas, voltei imediatamente para os boxes após a volta de apresentação para abandonar. Por conta da punição por mudar o motor, sempre seria um fim de semana comprometido para mim. Foi uma pena nem poder correr para tentar recuperar algumas posições. Com o tempo tão instável, talvez tivéssemos oportunidades, mas não foi possível. Vamos continuar a aprender e analisar o que aconteceu para termos certeza de que não se repita. Há muito a fazer até a Hungria, quando voltaremos mais fortes.”
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