Cria da casa, Hamilton lamenta situação da McLaren e torce por recuperação: “Tomara que tenha luz no fim do túnel”

Ex-piloto da McLaren, Lewis Hamilton afirmou que é difícil ver a situação atual da equipe de Woking, mas se mostrou confiante nas possibilidades de recuperação

Lewis Hamilton deixou a McLaren no fim da temporada 2012, mas nem por isso deixou de ter carinho pela equipe que lhe abriu as portas na F1. Líder do Mundial, o britânico reconheceu que é difícil ver a situação da casa de Woking.
 
Depois do terceiro posto no Mundial de Construtores de 2012, a McLaren entrou em uma linha decrescente, conquistando a quinta colocação na classificação por dois anos consecutivos. Em 2015, o time britânico reatou uma parceria histórica com a Honda, mas, até aqui, a nova aliança não deu frutos e o time somou apenas cinco pontos nessas primeiras nove provas do ano.
Lewis Hamilton acredita nas chances de recuperação da McLaren (Foto: AP)
“Nós todos sabemos que este ano está sendo difícil para eles e para mim é, definitivamente, difícil ver isso”, admitiu. “É um time ótimo, enorme, que teve um grande sucesso e é um time do qual fui parte por muitos anos”, seguiu.
 
“É uma sensação muito anormal vê-los na posição em que estão agora”, ressaltou.
 
O britânico, no entanto, acredita que o time inglês tem todos os recursos necessários para dar a volta por cima.
 
“Eles têm o ótimo Ron Dennis lá, muitos engenheiros ótimos e um grande espírito de equipe, o que acredito que, eventualmente, vai prevalecer”, comentou. “É uma situação ruim para eles agora, mas tomara que tenha uma luz no fim do túnel”, torceu.
 
 Ex-companheiro de Hamilton, Jenson Button avaliou que a McLaren tem de manter uma atitude para conseguir superar este momento ruim.
 
“Nós todos lutamos para manter um sorriso — é uma posição difícil para todos nós”, reconheceu Button. “Tenho dias muito ruins, como todos nós, e momentos em que não estou feliz. No momento, não há sentido em ficar para baixo, porque isso não vai nos ajudar a melhorar”, considerou.
 
“Então temos de dar um bom feedback e tentar tirar o máximo de toda situação. Sorrir é melhor do que franzir a testa”, observou.
 
De volta à McLaren, Fernando Alonso reconheceu que a competitividade não é a esperada, mas voltou a mostrar seu discurso de otimismo.
 
“É verdade que a competitividade que temos agora não é a que queríamos ou esperávamos”, admitiu. “Nós sabemos que este é o primeiro ano [com a Honda] e um momento bem difícil, mas ainda estou otimista e feliz com o progresso do carro”, seguiu.
 
“Nós precisamos resolver alguns problemas, mas estamos, definitivamente, indo na direção certa”, defendeu. “Com o atual regulamento, tudo exige um pouco de tempo, porque você está com as mãos atadas em muitas coisas”, concluiu.

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