Diretor-técnico da McLaren aponta força do MCL32 e afirma: “Temos um dos melhores carros do grid”

A McLaren conseguiu mostrar um bom desempenho no fim de semana do GP de Mônaco e ficou perto de marcar pontos pela primeira vez na temporada. Matt Morris acredita que atualmente o MCL32 é um dos melhores carros da F1. Mas falta um motor capaz de impulsionar a equipe para lutar por pódios

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O fim de semana do GP de Mônaco mostrou que a McLaren tem, no mínimo, um carro equilibrado. Tanto Stoffel Vandoorne como Jenson Button, que substituiu Fernando Alonso no Principado, conseguiram andar bem em um circuito que privilegia o melhor desempenho do chassi em relação à potência do motor. Os dois pilotos conseguiram avançar ao Q3 e, durante a corrida, quase levaram a equipe a marcar pontos pela primeira vez na temporada 2017.

 
Falta, contudo, um bom motor para empurrar a McLaren de volta ao rol das ponteiras na F1. Em reportagem publicada recentemente pela revista alemã ‘Auto Motor und Sport’, um estudo aponta para o déficit de mais de 100 cv do motor Honda em relação às outras fornecedoras da F1 — Renault, Ferrari e Mercedes. Trata-se de uma diferença bastante elevada e que se reflete em circuitos de média e alta velocidade. Na última semana, McLaren e Honda discutiram o futuro da parceria em uma reunião.
A McLaren mostrou bom desempenho em Mônaco (Foto: McLaren)
Mas, à parte do motor ainda bem abaixo do que a McLaren espera, a equipe se vê com um grande chassi. “Agora nós temos um dos melhores carros do grid”, comentou o diretor-técnico Matt Morris em entrevista veiculada pela agência de notícias ‘GMM’. “Tivemos alguns problemas no ano passado, mas temos uma plataforma muito boa para construir”, disse o engenheiro. A equipe, segundo o diretor de corridas Éric Boullier, obteve 95% de êxito nas atualizações do chassi.
 
Recentemente, Yusuke Hasegawa, chefe da Honda para a F1, disse que a montadora ainda não consegue entregar um motor que dure duas corridas. Um membro da McLaren disse à agência, em condição de anonimato, que “agora temos um carro que poderia estar no pódio com o motor certo”.
 

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Com as características bem distintas do Circuito Gilles Villeneuve, é natural a McLaren imaginar que vai ter dificuldades no fim de semana do GP do Canadá. O traçado de Montreal exige muito dos freios e da potência do motor, algo que a McLaren não consegue tirar do motor Honda que empurra seu carro.

 
Em entrevista à revista alemã ‘Speed Week’, Hasegawa disse que o prazo para entregar melhorias significativas para este fim de semana está muito apertado e, sendo assim, até evitou prometer uma data para levar à pista uma versão atualizada e mais potente do motor. “O principal problema é a vibração. Estamos fazendo o possível para trazer uma versão melhorada o mais rápido possível, mas não posso prometer uma data”, explicou o japonês.
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