Diretor-técnico da Williams crê em carros cerca de 4s mais rápidos com novo regulamento técnico em 2017

Pat Symonds acredita que os novos carros da F1 não vão ser tão rápidos como a previsão inicial quando se adotou o novo regulamento técnico, que era de 5s por volta. O engenheiro britânico crê que os bólidos devem ser mais ou menos 4s mais rápidos em alguns circuitos. Em outros, um pouco menos

 

Com a proximidade do fim da temporada 2016 e a luta entre Nico Rosberg e Lewis Hamilton pelo título perto do seu desfecho, a F1 já está de olho no ano que vem. 2017 vai marcar a adoção de um novo regulamento técnico que compreende carros com maior arrasto aerodinâmico e também pneus mais largos, que já estão sendo testados nos últimos meses. O objetivo é tornar os bólidos cerca de 5s mais rápidos e fazer com que o esporte seja mais desafiante para os pilotos e para os espectadores.

 
Contudo, Pat Symonds, diretor-técnico da Williams, não acredita que os novos carros da F1 vão ser tão rápidos. O engenheiro britânico tem como base a década de 2000, quando boa parte dos recordes de velocidade foram batidos. Symonds aposta que os próximos carros serão próximos, em termos de desempenho, do que se viu há pouco mais de dez anos, porém não tão rápidos quanto.

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Os novos pneus da F1 já estão sendo testados com base no regulamento técnico que entrará em vigor em 2017 (Foto: Mercedes)
“Eles já pilotaram carros como estes antes, e nada é como já vivemos em 2004 ou 2005. Para colocar um exemplo, uma curva típica de 200 km/h vai subir uns 30, 35 km/h. E [o carro] vai ter mais força G. Vai ser um pouco mais físico, mas nada exagerado”, detalhou, em entrevista veiculada pelo site norte-americano 'Motorsport.com' o britânico, já tendo como base a análise do novo projeto da Williams, o FW40, em fase de desenvolvimento na fábrica em Grove.
 
“A performance vai ser um pouco parecida com o dos carros de meados dos anos 2000, mas nada realmente como aqueles. Lembra quando o objetivo era tornar os carros cerca de 5s por volta mais rápidos. Não tenho certeza de que vamos conseguir”, disse Symonds.
 
“Os pneus são uma grande incógnita, claro, porque não sabemos onde nós estamos. Mas, fazendo algumas suposições sensatas com os pneus, acho que vai estar perto dos 4s”, salientou o engenheiro, que justificou sua crença.
 
“Em lugares como Barcelona, onde este tipo de carro vai funcionar, vai ser mais que isso, mas em outros, como Monza, por exemplo, vai ter muito downforce porque os pneus traseiros mais largos vão ter mais arrasto, e não acho que podemos ver muita diferença no tempo por volta”, complementou o diretor-técnico da Williams.

Symonds crê que, com o passar do tempo, o desempenho dos carros seja parecido, como vem sendo a tendência com os motores das quatro fornecedoras da atualidade na F1. "O mesmo ocorre com o chassi, ainda que talvez não seja de forma tão evidente quanto os motores, uma vez que, com a mudança no regulamento, é provável que haja diferenças. A última grande mudança que tivemos foi em 2013/14, e foi boa para a Williams porque nós e outras equipes tivemos problemas com os os difusores e com os escapamentos tipo coanda. As equipes estavam sofrendo com isso, mas isso acabou e houve uma redefinição do grid. Assim, sem dúvida, isso pode mudar a ordem, mas não necessariamente vai igualar as coisas. É o tempo que vai unificar a performance", finalizou.

 
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