Diretor-técnico se preocupa com interesse da Mercedes e afirma que manter Bottas na Williams para 2017 é “crucial”

Diretor-técnico da Williams, Pat Symonds afirmou que manter Valtteri Bottas na equipe inglesa em 2017 é crucial, por conta das mudanças nas regras. O finlandês é um dos nomes cotados para a vaga de Nico Rosberg na Mercedes

 

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Em meio às especulações sobre o interesse cada vez maior da Mercedes em Valtteri Bottas como substituto de Nico Rosberg para 2017, Pat Symonds afirmou que o finlandês é "crucial" para a Williams na temporada do ano que vem, devido à drástica mudança de regulamento que a F1 vai sofrer.

Bottas surgiu como um dos principais candidatos para substituir o atual campeão do mundo, após a decisão repentina do alemão em deixar o Mundial. A equipe prateada ainda não decidiu quem vai formar dupla com Lewis Hamilton, mas vem considerando, além de Valtteri, os novatos Pascal Wehrlein e Esteban Ocon.

 
A Williams, por sua vez, renovou o acordo como o nórdico e contratou o estreante Lance Stroll para o lugar de Felipe Massa, que também decidiu se aposentar da F1. Daí a preocupação com o assédio do time tricampeão. 
 
"As pessoas frequentemente subestimam a importância da continuidade em uma equipe de F1", disse Symonds, diretor-técnico da Williams, em entrevista ao jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport'. "O piloto é um elemento final necessário entre os dados e os engenheiros. Você pode até substituir um ou outro, mas é sempre necessário ter um ponto de referência. E isso será especialmente verdadeiro em uma temporada de mudança de regulamento. E nós ainda vamos ter Lance como um novato sem qualquer experiência na F1", explicou.
Valtteri Bottas é um dos favoritos da Mercedes para a vaga de Nico Rosberg (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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"Portanto, manter Bottas é crucial para nós. Perdê-lo teria grande impacto na equipe", admitiu.

 
Symonds também fez uma análise da concorrência e afirmou que a Ferrari cometeu um grande erro ao deixar James Allison sair do time durante a temporada 2016. "Acredito que sim [que foi ruim]" disse ao falar sobre a perda do inglês. "Apesar de não conhecer as questões internas, eu trabalhei muitos anos com James e tenho enorme respeito por ele. Ele é um intelectual, um excelente engenheiro e um líder. Acho que a Ferrari hoje seria melhor se ele ainda estive com eles", completou.
 
Por fim, o engenheiro também revelou que a equipe italiana tentou contratá-lo em três oportunidades no passado. "A primeira vez foi em 1996, quando Ross Brawn foi para lá, mas eu era engenheiro-chefe da Benetton e estava prestes a me tornar diretor-técnico. Depois, em 2012, quando Stefano Domenicali era o chefe da equipe e, finalmente, em 2014, quando eu já estava na Williams. Mas em todos esses momentos, por razões diferentes, sempre achei que não era o lugar certo para mim", encerrou.
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