Ecclestone afirma que Liberty Media não quer sua presença na F1 e critica: “Até onde posso ver, eles não fizeram nada”

Bernie Ecclestone afirmou que o Liberty Media não quer sua presença nas corridas. Ex-chefão da F1 criticou os novos comandantes da categoria e avaliou que eles não “fizeram nada” até agora

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Bernie Ecclestone não está muito satisfeito com o trabalho do Liberty Media. Ex-chefão da F1, o britânico avaliou que os novos comandantes da categoria não “fizeram nada” até agora.
 
Falando ao jornal britânico ‘Daily Mail’, Ecclestone disse lamentar por Chase Carey, o diretor-executivo do Mundial, já que o dirigente não conseguiu colocar em práticas suas “ideias preconcebidas”.
Bernie Ecclestone afirmou que Libery Media não quer sua presença nas corridas (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
“Chase tinha ideias preconcebidas do que precisava ser feito. Mas, agora que está no comando, não é tão fácil quanto ele pensou. Então sinto muito por ele”, disse Ecclestone. “Até onde posso ver, eles não fizeram nada. Eles disseram que não iriam falar, que iriam agir. Disseram que eu falava antes de fazer qualquer coisa. Não fazia isso. Eu fazia as coisas de forma silenciosa. Tudo que eles fazem é falar. Eles disseram que queriam seis corridas na América, por exemplo”, seguiu.
 

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Ainda, Ecclestone afirmou que os novos donos da F1 não querem sua presença nas corridas.
 
“Chase enviou uma mensagem para uma das meninas do escritório para me dizer que eles não têm muitos escritórios nos circuitos ― só o que o promotor das corridas dá a eles”, contou. “Eles são três [Carey, Sean Bratches, diretor-comercial, e Ross Brawn, diretor-técnico], então os três escritórios estão sendo usados”, apontou.
 
“Então, basicamente, eles não querem que eu vá às corridas. Teria sido tão fácil dizer isso para mim. De qualquer forma, eu os obriguei”, comentou.
 
Ecclestone revelou, ainda, os detalhes de sua saída do cargo de mandatário da F1 e disse ter sido pego de surpresa com a demissão.
 
“Eu não escolhi sair ― fui demitido. Chase me ligou no domingo e disse: ‘Posso te ver amanhã?’. Ele disse que viria ao escritório”, falou Bernie. “Eu disse: ‘Sim, estarei lá’. Ele disse: ‘Você sabe que completamos o acordo na sexta-feira?’. Eu disse: ‘Sim, parabéns’. Ele disse: ‘Preciso que você deixe o posto de diretor-executivo. Este é o trabalho que eu quero’. Eu disse: ‘Ele comprou o carro e também quer dirigi-lo’”, detalhou.
 
“Eu renunciei. Eles tinham todos os documentos com eles para que eu fizesse isso. Foi uma surpresa, porque me disseram que queriam que eu ficasse com um contrato de três anos. Eu poderia ter criado confusão, mas não fiz isso”, comentou.
 
“Fosse eu, não teria feito da forma como eles fizeram. Teria sido melhor para eles trabalhar comigo por seis meses e ver como seria. De qualquer forma, eles me elevaram a uma posição tão alta na companhia que não posso ver o que está acontecendo”, afirmou. “É um pouco estranho não estar envolvido com a F1… mas você se acostuma. [Sinto falta das] pessoas. As pessoas que se tornaram amigas. Boas pessoas”, concluiu.
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