F1

F1 revela desejo de equilibrar transmissões entre TVs aberta, fechada e streaming

Visando aumentar a popularidade da Fórmula 1, Chase Carey acredita que um modelo equilibrado entre TV aberta, canais por assinatura e streaming é a melhor solução para as transmissões da categoria. Chefe também comentou sobre a importância de ouvir todas as partes envolvidas para assinatura do novo regulamento

Grande Prêmio / Redação GP, de Campinas
Presidente da Fórmula 1, Chase Carey tentou tranquilizar os fãs em relação ao futuro da categoria. O chefão norte-americano falou sobre os modelos de transmissão, divididos entre emissoras de TV aberta, os canais fechados e serviços de streaming.
 
Com a preocupação do público em relação ao acesso do conteúdo, Carey tranquilizou, afirmando que o melhor modelo é uma divisão entre as três plataformas, variando de país para país, e dando importância também ao streaming para atrair público novo.
 
"Eu acho que você não pode generalizar com isso, é muito específico do país. Se olharmos para outros grandes esportes, como o futebol, a tendência é para TV fechada, mas também valorizamos nossos parceiros de TV aberta. Para conquistar novos fãs, não devemos esquecer plataformas como o streaming. Adolescentes não assistem televisão, eles usam seus celulares", comentou à revista alemã ‘Speed Week’.
Regulamento para 2021 ainda está indefinido (Foto: Mercedes)
Carey também fez alguns comentários sobre a reunião realizada com chefes de equipes e a FIA para a mudança de regulamento programada para 2021. Ele afirmou que, apesar do adiamento da assinatura para outubro, o cenário é positivo, necessitando de ajustes para convencer os dez times.
 
"Queríamos comentários das equipes e nós as escutamos. Em princípio, há um acordo, mas de uma maneira realista, temos que dizer que nem todo mundo está feliz com isso. Nossa máxima é que tudo que é novo deve ser bom para o esporte. Nós temos que conciliar os desejos de todas as equipes. Sempre haverá dez opiniões diferentes. Todos devem reconhecer que é a melhor solução possível", declarou.
 
"A coisa mais complicada provavelmente é o aspecto tecnológico, que adiou a data do anúncio programado para outubro, para ganhar tempo de discussão e análise futura. Embora nós tentamos fazer as coisas mais fáceis e regras compreensíveis, ainda são muito complexas", completou.

No Brasil, os direitos de transmissão do Mundial de F1 há tempos pertencem à Rede Globo. As transmissões dos treinos livres e da classificação via de regra, nos últimos anos, são transmitidas pelo canal por assinatura SporTV, que também exibe as corridas que são realizadas em horários conflitantes com as partidas de futebol. E a partir deste ano, o Grupo Globo reservou as transmissões de antes e depois da corrida à internet por meio da sua página, o 'Globoesporte.com', com direito a exibição da premiação no pódio.
 

 
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