Ferrari admite pedido “difícil” a Sainz para “controlar mais que acelerar” em Mônaco

Frédéric Vasseur, chefe da Ferrari, pediu para Carlos Sainz controlar o ritmo ao longo do GP de Mônaco e ficou feliz com o trabalho do espanhol, que conseguiu manter o terceiro lugar e servir como escudeiro para o companheiro Charles Leclerc

Carlos Sainz ficou com o terceiro lugar no GP de Mônaco, mas ainda assim a Ferrari gostou do trabalho que o piloto espanhol entregou durante a etapa no principado. De acordo com o chefe Frédéric Vasseur, o #55 teve a difícil tarefa de controlar o ritmo ao longo da corrida de forma que não perdesse Oscar Piastri de vista, mas também não fosse ameaçado pelos ataques de Lando Norris e George Russell.

O GP de Mônaco de 2024 ficou marcado negativamente pela falta de ultrapassagens. A falta de ação foi tamanha, que pela primeira vez na história da Fórmula 1 os dez primeiros colocados terminaram a corrida na mesma posição em que começaram. Apesar da monotonia, Sainz não teve uma tarefa fácil durante a corrida.

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Mesmo estando duas posições atrás do companheiro, Charles Leclerc, Carlos Sainz exerceu um papel fundamental como escudeiro do monegasco. Isso porque, a pedido da Ferrari, manteve Oscar Piastri a uma distância suficiente para que pudesse cuidar dos pneus, mas que também impedisse o australiano de parar nos boxes sem perder posições em caso de safety-car.

Além de Piastri, Sainz precisava controlar o ritmo de forma que Russell e Norris não conseguissem se aproximar a ponto de se tornarem uma ameaça. O chefe da Ferrari descreveu a missão de Carlos como “difícil”, mas reconheceu que ele a executou com maestria.

Carlos Sainz precisou administrar o ritmo ao longo de todo o GP de Mônaco (Foto: Ferrari)

“Carlos [Sainz] teve uma tarefa difícil porque pedimos a ele para não ficar muito longe de [Oscar] Piastri — para poder cobrir um eventual safety-car —, mas ele também não podia reduzir muito o ritmo e correr o risco de ser atacado por [Lando] Norris e [George] Russell. Ele precisava mais controlar o ritmo do que acelerar de fato”, disse Vasseur.

“Foi um pouco frustrante para eles porque algumas vezes perguntaram pelo rádio: ‘posso acelerar?’ Mas esse não era o nosso interesse. Então, no fim, fiquei muito satisfeito com o trabalho que eles entregaram hoje”, finalizou o chefe da Ferrari.

Fórmula 1 retorna de 7 a 9 de junho com o GP do Canadá, nona etapa da temporada 2024.

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