F1

Ferrari diz que “performance não correspondeu” em Baku e fala em trabalhar para fazer “escolhas mais agressivas”

Chefe da Ferrari, Mattia Binotto reconheceu que a performance exibida no GP do Azerbaijão deste domingo (28) não correspondeu à expectativa do time. Dirigente falou em identificar pontos fracos para poder “voltar para onde devemos estar”

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Depois da quarta derrota dupla para a Mercedes na temporada 2019 da Fórmula 1, a Ferrari sai do GP do Azerbaijão sem motivos para comemorar. Com 99 pontos, a escuderia italiana ocupa o segundo posto no Mundial de Construtores, mas já acumula 74 tentos de atraso para a líder Mercedes.
 
Após a corrida, Mattia Binotto, chefe do time, reconheceu que a atuação de Sebastian Vettel e Charles Leclerc não correspondeu à expectativa.
Mattia Binotto afirmou que a Ferrari precisa trabalhar para encontrar fraquezas (Foto: Ferrari)
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“Nossa performance não correspondeu à expectativa hoje”, disse Binotto. “A classificação não saiu como queríamos e, nesta pista, as posições no grid fazem uma grande diferença, já que começar de trás torna tudo mais difícil”, seguiu.
 
“Na corrida, não tiveram períodos de safety-car para tirarmos vantagem, o que poderia ter jogado a nosso favor contra nossos rivais”, ponderou.
 
Ainda assim, Binotto elogiou a “performance sólida” do #5, que ficou com o terceiro posto, e ressaltou a boa prova de recuperação de Leclerc.
 
“Sebastian produziu uma performance sólida, sempre perto dos dois líderes e ele mereceu completamente terminar no pódio”, avaliou. “Charles fez uma ótima corrida, escalando o pelotão depois de perder algumas posições na largada, porque foi mais difícil para ele colocar os pneus médios na temperatura do que foi para aqueles com os pneus macios”, lembrou.
 
Assim, Binotto reconhece que é hora de voltar para Maranello para buscar respostas e tentar encontrar uma maneira de parar a Mercedes.
 
“Hoje o nosso ritmo não foi bom o bastante e nossos rivais foram mais rápidos”, avaliou. “Temos de ir para casa, identificar os pontos fracos e pressionar no nosso modo de trabalhar para fazermos escolhas mais agressivas e voltar para onde devemos estar”, concluiu.


 
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