Garantida há dois meses pelo governo, vaga de ‘Maldonado da Indonésia’ injeta mais de R$ 66 milhões na Manor

Ainda era dezembro de 2015 quando o governo da Indonésia, por meio do Ministério de Esportes e da Juventude, garantiu o pagamento dos mais de € 15 milhões exigidos pela Manor para garantir o lugar de Rio Haryanto no grid da F1 em 2016

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Era dia 11 de dezembro de 2015 quando a Indonésia garantiu seu primeiro piloto de F1 nos 66 anos de história do Mundial. E, neste caso específico, foi precisamente isso que aconteceu: o Ministério do Esporte e Juventude da Indonésia mandou um documento para a Manor garantindo o pagamento que faria para assegurar que Rio Haryanto fosse um dos pilotos do time em 2016.
 
O anúncio foi feito apenas na última quinta-feira (18), confirmando o que parecia apenas uma questão de tempo há muito tempo. E, segundo o documento assinado pelo ministro Imam Nahrawi, era oficial também há muito tempo. Bem antes, por exemplo, do time voltar suas atenções e assinar com Pascal Wehrlein para a outra vaga.
 
Se acreditava-se que a trava para o anúncio de Haryanto era não atingir o pedido financeiro da Manor, o documento mostra que não foi o caso. Nahrawi garantiu diretamente ao dono do time de Banbury, Stephen Fitzpatrick, o pagamento de €15 milhões – equivalente a quase R$67 milhões. Ou seja, exatamente o que exigia a escuderia inglesa.
O documento que indica a intenção da Indonésia de bancar Haryanto (Foto: Reprodução)
Do dinheiro disponibilizado, €5,2 é da velha parceira de Rio, a petrolífera pública nacional Pertamina. O governo, por meio do ministério, entrou com os outros €9,8.

"Com relação às nossas discussões com Rio Haryanto e seu gerenciamento, estamos satisfeitos em confirmar que o Ministério do Esporte e da Juventude da República da Indonésia vai garantir um pagamento de €15 milhões para Rio Haryanto competir no Mundial de F1 em 2016 pela Manor", disse o documento.

 
"O pagamento será feito em várias prestações em retorno por estampas de publicidade nos carros e na roupa dos pilotos, assim como atividades promocionais para promover a Indonésia e companhias associadas", encerrou.
 
Com o dinheiro confirmado há mais de dois meses, provavelmente a causa de discussão foi o número de prestações de que falava o braço de Jacarta. De qualquer forma, agora não há mais dúvidas. É mais um passo que o país ajuda Haryanto a tomar, uma vez que a Pertamina tem o patrocinado por toda a carreira.
 
O último piloto na F1 que estava bancado por alguma parte de seu governo perdeu o lugar exatamente para 2016. Pastor Maldonado viu o dinheiro vindo da petrolífera venezuelana PDVSA secar, sua equipe se tornar um time de fábrica e a confluência dos acontecimentos – junta de duas temporadas terríveis em sequência – acabou custando uma vaga que contratualmente estava garantida na Renault. O time francês foi atrás de Kevin Magnussen, exatamente quem a Manor queria ao lado de Haryanto.
Comemora, garoto (Foto: GP2/LAT)
De qualquer forma, se há algum bom momento para ser piloto da Manor, é agora. Haryanto chega num time que arrumou a casa após anos de morte, ressuscitação e gravíssima crise financeira. Em 2016, a Manor terá chassi do ano e motor Mercedes com a fábrica alemã querendo trazer o time de Fitzpatrick para baixo de sua asa prateada. Ao lado de Wehrlein, Haryanto pode viver a evolução de uma ex-equipe nanica e ser parte importante disso.
 
O que a Manor fará começa a ser escrito na semana que vem, quando os carros forem à pista do Circuito da Catalunha a partir do próximo dia 22 para o começo da pré-temporada de 2016. O Mundial inicia oficialmente em pouco mais de um mês, em 20 de março, com o GP da Austrália.
 
VEJA A EDIÇÃO #15 DO PADDOCK GP, COM LUCAS DI GRASSI

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