Haas enxerga “lado positivo” da pandemia na Fórmula 1: “Todo mundo se uniu”

Chefe da Haas, Guenther Steiner avaliou que a pandemia também teve um lado positivo para a Fórmula 1. O dirigente ressaltou, ainda, que o Mundial tem de atuar não só no combate ao coronavírus, mas também contra o racismo

Chefe da Haas, Guenther Steiner torce para que a pandemia deixe um efeito permanente na Fórmula 1: a união entre as equipes, a organização e a FIA (Federação Internacional de Automobilismo).

Desde que a pandemia do novo coronavírus causou o adiamento da temporada 2020, a F1 trabalhou em conjunto para encontrar soluções em curto, médio e longo prazo. A iniciativa resultou em mudanças no regulamento e, principalmente, no teto orçamentário.

No início de maio, a Fórmula 1 anunciou uma redução no teto orçamentário do campeonato. A partir de 2021, as equipes vão ter um limite de US$ 145 milhões (R$ 783 milhões), que vai cair para US$ 140 milhões (R$ 756,6 milhões) em 2022. A partir de 2023, o teto vai ser de US$ 135 milhões (R$ 729,6 milhões).

A equipe comandada por Steiner fez sua pior temporada na F1 em 2019 (Foto: Divulgação)
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Às vésperas do GP da Áustria, Steiner torceu para que esta seja a nova realidade do Mundial.

“Sempre tem um lado positivo em tudo”, disse Steiner. “Eu gostaria que as coisas tivessem acontecido em circunstâncias diferentes, mas acho que o lado positivo é que todo mundo se uniu ― as equipes, a F1 e a FIA ―, e nós apresentamos ideias sobre como tornar o esporte melhor para o futuro”, continuou.

“Espero que, no futuro, se lembrem deste momento e não esqueçam. Espero que não estejamos pensando só em nós mesmos em três anos e assim por diante ao invés de pensar em fazer o melhor para o esporte, tanto em médio quanto em longo prazo”, torceu.

Enquanto a pandemia manteve as atividades paralisadas, a F1 também se viu compelida a agir em prol da diversidade e da igualdade.

“Nós todos sabemos que existem dois grandes problemas sociais em destaque no mundo no momento, ambas ainda em andamento e em destaque”, comentou. “Uma é,obviamente, a pandemia da COVID-19, e a outra é o racismo. Acho que estamos em uma boa posição para combater as duas, de maneira muito diferente, mas vamos nos levantar e lutar contra elas. Fizemos isso e vamos continuar a fazer”, assegurou.

Às vésperas do início da temporada 2020, Steiner garantiu que a Haas está pronta para a disputa e empolgada por iniciar o campeonato depois de um longo período.

“Todos no time estão altamente motivados para voltar e correr outra vez. Eles querem fazer o trabalho deles, não apenas ficar sentados em casa esperando notícias do que vai acontecer”, comentou. “As emoções serão muito fortes, porque, em algum ponto, não sabíamos se poderíamos continuar ou não. O mundo parecia ir ladeira abaixo rapidamente em março. Agora, quatro meses depois, podemos correr outra vez. Emocionalmente, com certeza, será um bom momento”, completou.

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