Hamilton até elogia “ótimo carro” da Mercedes, mas define W08 como “o mais difícil” que pilotou na carreira

Campeão de 2017, Lewis Hamilton avaliou que o carro da Mercedes foi “o mais difícil” que guiou na carreira. Ainda assim, o britânico exaltou o “ótimo” W08

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Lewis Hamilton alcançou o tetracampeonato da F1 a bordo do W08, mas nem por isso mudou sua impressão em relação ao carro de 2017 da Mercedes. De acordo com o britânico, o bólido é o “mais difícil” que já guiou na carreira.
 
Com o W08, o #44 superou o recorde de poles de Michael Schumacher e conquistou nove vitórias, mas teve de correr atrás de Sebastian Vettel, especialmente na primeira metade da temporada.
Lewis Hamilton achou o W08 um carro difícil (Foto: AFP)

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Questionado se ao longo da carreira já tinha guiado um carro tão difícil de entender quanto o W08, Hamilton respondeu: “Este é o mais difícil”.
 
“Alguns dos problemas que tivemos estão conosco há anos e nós simplesmente acabamos de perceber que precisamos realmente fazer alguma coisa”, comentou. “O novo carro, tendo uma escala mais larga, amplia o problema, eu acho. Uma dinâmica diferente de pneu, foi o mais difícil neste sentido”, apontou.
 
“2008 também  foi difícil. 2009 foi horrível. Este é um ótimo carro, mas foi complicado fazê-lo funcionar”, ponderou.
 
O W08 se mostrou especialmente duro com o desgaste dos pneus, e Hamilton acredita que os pilotos estavam sempre na corda bamba para tirar o máximo do bólido.
 
“Normalmente, para tirar aquele potencial extra, você tem de guiar acima do limite, mas é um equilíbrio fino chegar nessa região”, indicou Lewis. “Este ano, as pessoas falaram sobre termos o melhor carro e, claro, foi bom, mas tinham alguns problemas fundamentais com o carro que estou lutando para superar”, reforçou.
 
“Sinto que, nesses momentos, fui capaz de extrair mais do que estava disposto a fazer e isso foi positivo”, avaliou.
 
Enquanto Hamilton venceu seis das últimas 11 provas do ano, Valtteri Bottas teve mais dificuldades com o W08. Mas o britânico acredita que sua capacidade para “extrair aquele pouquinho que ninguém consegue” é “onde meu valor está”.
 
“Frequentemente, se você vai na direção errada [com o acerto], você nem alcança o potencial do carro ― o carro simplesmente não permite que você extraia aquele pouquinho extra”, falou. “Entender o carro realmente me permitiu alcançar o potencial e um pouco mais, então mesmo nas corridas onde tivemos dificuldades, saímos com mais do que esperávamos”, concluiu.
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