Hamilton torce para ex-rival Alonso continuar na F1 após 2017: “Seria uma lástima se ele se aposentar”

Lewis Hamilton expressou sua admiração por Fernando Alonso, seu rival no ano em que estreou na F1. O tricampeão do mundo, a caminho do tetra, torce para que o espanhol continue no grid além do fim da próxima temporada e revelou a vontade de voltar a lutar com ele por vitórias e títulos. Como em 2007

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A rivalidade explosiva travada por Lewis Hamilton e Fernando Alonso em 2007 ainda ecoa no paddock da F1. Há nove anos, o espanhol chegava à McLaren contratado a peso de ouro depois de ter conquistado dois títulos com a Renault, mas se deparava com um talentoso novato que chegava ao grid com amplo apoio de Ron Dennis. Os dois pilotos viveram momentos de tensão nas pistas e nos bastidores. Ao fim daquele ano, Hamilton seguiu na McLaren para ser campeão do mundo no ano seguinte, ficando até 2012. Alonso voltou à Renault, se transferiu para a Ferrari em 2010 e, em 2015, voltou à McLaren.
 
Hamilton não escondeu sua admiração pelo bicampeão do mundo. O britânico considera que a possibilidade de Alonso se aposentar da F1 e deixar o grid ao fim do seu contrato com a McLaren, em 2017, é real, mas torce para que o espanhol continue no esporte por mais algum tempo.
 
“Para mim, ele ainda é um dos melhores pilotos, sempre disse isso. Se Fernando se aposentar ao fim do ano que vem e não puder competir contra ele, vai ser uma lástima, uma verdadeira lástima. Não seria bom para a F1 perder alguém tão dotado de talento”, declarou o piloto da Mercedes em entrevista ao jornal espanhol ‘El País’ no último fim de semana na Bélgica.

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Hamilton torce para Alonso não se aposentar da F1 ao fim de 2017, quando termina seu contrato com a McLaren (Foto: Beto Issa)
“Fernando tem 35 anos e já ganhou dinheiro suficiente e acumulou experiência suficiente com isso. A F1 não é o que o define, mas ele já é uma lenda, de modo que ele ganhou o direito de deixá-la. No fim das contas, ele se prepara a cada ano para lutar pelo título, mas não tem essa possibilidade”, lamentou.
 

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Lewis tentou se colocar na situação de Alonso, sobretudo pelo que viveu o espanhol no ano passado, quando teve de lutar pelas últimas posições em um 2015 de reconstrução para a McLaren, que vem reagindo nesta temporada. “Ao longo deste último período, ele tem ido muito bem, acho que eu na sua situação faria pior. Ter de largar em último, numa equipe que em teoria deve estar à frente… está claro que ele aprendeu muito, realmente adoraria que lhe dessem um carro que ele pudesse vencer. Quero voltar a lutar com ele.”

 
Quando perguntado se foi responsável por mudar a trajetória de Alonso na F1 e, indiretamente, influenciar o fato de o espanhol não ter sido mais campeão, Hamilton foi direto. “Não sinto assim. Aquilo [a rivalidade com Alonso] não foi fácil para mim. Está claro que chegar à F1 e poder vencer um título te orgulha. Foi um período em que aprendi muito e ele também. A partir de então, cada um tomou decisões que nos levaram para onde estamos agora mesmo. Sinceramente, não acho que aquilo teve influência em sua situação atual”, concluiu.
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