Hartley recorda ‘maratona’ e diz que idade ajudou a lidar com pressão: “Fosse oito ou nove anos mais velho, não conseguiria”

Brendon Hartley fez sua estreia na F1 tarde se for considerada a idade dos últimos novatos. Contudo, aos 28 anos, ainda é jovem o bastante para conseguir suportar uma maratona que compreendeu oito finais de semana consecutivos de corridas e viagens ao redor do mundo correndo pelo Mundial de Endurance, SportsCar e as últimas etapas da F1. Uma pressão que, se fosse mais velho, tem certeza que não suportaria lidar

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A temporada 2017 foi muito intensa e até surpreendente para Brendon Hartley. O neozelandês começou o ano como piloto da Porsche no Mundial de Endurance e fechou na F1 como titular da Toro Rosso. No meio do caminho, grandes conquistas, como a incrível vitória nas 24 Horas de Le Mans e o bicampeonato do WEC. Até que veio a inesperada chance na F1, que levou o piloto de 28 anos a lidar com um grande desafio: realizar nada menos que oito corridas, em oito finais de semana seguidos ao redor do mundo ao fim da temporada, começando no início de outubro e só parando no fim de novembro. 

 
Uma grande maratona que, na sua opinião, não seria possível de lidar se fosse alguns anos mais velho.
 
Depois de disputar a Petit Le Mans, tradicional prova do endurance norte-americano e válida pelo calendário da SportsCar, Hartley cruzou o Pacífico para acelerar nas 6 Horas de Fuji. Dias depois, foi confirmado pela Red Bull como piloto da Toro Rosso em substituição a Pierre Gasly para o GP dos Estados Unidos e fez o caminho de volta. Em seguida, desta vez efetivado no lugar de Daniil Kvyat, correu na semana seguinte no GP do México.
Brendon Hartley está feliz pelo que alcançou em 2017. Mas espera grande desafio em 2018 (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)
A maratona não parou por aí. Na semana seguinte, Hartley voltou à Ásia para disputar as 6 Horas de Xangai, prova que o coroou como bicampeão mundial de Endurance. Em seguida, outra longa viagem para disputar o GP do Brasil de F1 pela Toro Rosso. O neozelandês embarcou para o Bahrein para a etapa derradeira do WEC e depois fez um caminho mais curto no Oriente Médio rumo a Abu Dhabi para encerrar de vez uma temporada longa e cansativa.
 
“Acho que, provavelmente com oito ou nove anos mais velho, não conseguiria fazer isso. A pressão que você dedica a todos os tipos de tensões distintas, gerenciar todas as coisas… Estou muito feliz pela maneira como lidei com isso. Algumas vezes estava bem cansado e um pouco sem energia. Nas últimas três [corridas], não tive de lidar com tantos fusos e me senti melhor. A equipe [Toro Rosso] foi muito boa em termos de não me sobrecarregar quando não era necessário e tratou de lidar com as coisas de forma bem simples”, explicou o piloto em entrevista veiculada pelo site ‘Motorsport.com’.
 
Pouco após o fim da temporada 2017 da F1, Hartley foi confirmado pela Toro Rosso ao lado de Gasly como titular neste ano que está prestes a começar. O anúncio foi um alívio para o piloto.
 

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“A primeira corrida em Austin foi um grande momento na minha carreira. Sabia que precisava não cometer nada estúpido e seguir tudo passo a passo, e foi o que eu fiz. Agora, ter assinado como piloto de F1 para uma temporada completa foi um enorme peso que saiu dos meus ombros”, explicou.

 
“Estou orgulhoso e otimista. Mas sou muito consciente que tenho muito trabalho pela frente. Tenho muito respeito por todos os outros pilotos. Eles são, obviamente, muitos bons e estão trabalhando duro. Tenho consciência do desafio que tenho pela frente, mas estou empolgado e otimista”, finalizou Hartley.
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