Hülkenberg revela torcida por contratação de Alonso pela Renault em 2018: “Seria bom para a equipe”

Se depender de Nico Hülkenberg, Fernando Alonso será muito bem-vindo na Renault caso decida voltar para o time de Enstone na próxima temporada. O alemão entende que a presença do bicampeão seria crucial para o projeto de um time que sonha em voltar ao topo da F1

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Na última quinta-feira, Fernando Alonso disse que vai definir seu futuro na F1 em setembro e que sua permanência na McLaren está condicionada à chance de sua atual equipe vencer. O que, em condições reais, é algo muito improvável. Assim, a Renault surge como um eventual destino para o espanhol, que lá viveu seus melhores momentos na carreira e conquistou seus dois títulos mundiais, em 2005 e 2006. E se depender de Nico Hülkenberg, principal piloto da equipe de Enstone, Alonso será muito bem-vindo.

 
Enquanto Alain Prost, consultor da Renault, e de Cyril Abiteboul, diretor-esportivo da montadora, dizem que não dá para fazer loucuras e nem vender ilusões para trazer Alonso, Hülkenberg entende que uma possível chegada do espanhol será de grande valia ao projeto de uma equipe que sonha em voltar a viver seus melhores momentos na F1 e que não vai economizar para retornar ao topo do esporte.
 
“Mais do que uma oportunidade, é uma boa referência para mim medir forças com o cara que tem sido considerado durante anos como um dos melhores do mundo na F1”, afirmou Hülkenberg em entrevista veiculada pelo site ‘Crash.net’. “Estaria aberto a isso, claro. Acho que posso aprender com ele e também acho que seria bom para a equipe, para todo o projeto e também porque acrescentaria muito ter alguém como ele”, destacou o alemão.
Se depender de Nico Hülkenberg, Alonso já tem um lugar para correr em 2018 (Foto: Renault)
Hülkenberg está cada vez mais prestigiado junto à cúpula da Renault, enquanto seu companheiro de equipe, Jolyon Palmer, segue muito pressionado e tem seu posto em xeque. Nico somou todos os 14 pontos da equipe neste princípio de temporada e tem um contrato de longa duração. Além de Alonso, Carlos Sainz surge como outro nome capaz de substituir Palmer em 2018. O jovem espanhol, aliás, chegou a ser procurado no ano passado, mas sua transferência foi vetada pela Renault.
 
Assim como Alonso, Hülkenberg também procurou novos horizontes em meio a um ano sem grandes perspectivas de resultados na F1. Em 2015, Nico disputou as 24 Horas de Le Mans pela Porsche e entrou para a história ao vencer a icônica prova de resistência.
 
Ao comentar sobre a jornada de Alonso em Indianápolis, Hülkenberg disse que não acompanhou muito, mas pelo pouco que viu, o desempenho de Fernando foi avaliado como notável.
 

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“Não acompanhei muito, para ser sincero, mas fiquei impressionado. Não sei muito sobre a Indy, mas não achei que ele poderia simplesmente chegar lá e lutar contra os demais e ter chances de voltar para casa com uma vitória. Não acompanhei de perto, mas parece que foi algo muito parecido com isso. Achei que ele tinha uma boa chance de vencer lá. O que fiz há dois anos em Le Mans simplesmente mostra a qualidade dos pilotos de F1 e que ainda seguimos sendo os melhores pilotos do mundo”, finalizou.

 
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