Como Hamilton foi esperto e Verstappen bobeou na classificação do GP da Hungria

Há um acordo de cavalheiros na F1, mas nada impede que um piloto que venha atrás supere o da frente, analisam os jornalistas do GRANDE PRÊMIO

A classificação do GP da Hungria deste sábado (31) marcou um novo episódio no quente embate entre Lewis Hamilton e Max Verstappen. A última tentativa de volta rápida dos dois pilotos teve uma marcação do inglês sobre o holandês desde a saída dos boxes. O piloto da Mercedes ficou à frente o tempo todo e reduziu a velocidade de tal forma que os dois cruzaram a linha de chegada segundos antes da bandeirada.

Há um acordo de cavalheiros na F1, mas não há proibição de ultrapassagem na classificação. Assim, Verstappen poderia ter passado Hamilton para abrir a volta com maior tranquilidade e, sobretudo, com o devido aquecimento dos pneus.

Há quem diga que Hamilton tenha sido desleal. Mas no Briefing, programa de análise da F1 do GRANDE PRÊMIO, Victor Martins afirmou que se trata de uma falta de inteligência por parte da Red Bull e de Verstappen, que acabam fazendo as coisas meio que roboticamente, em um momento em que ambos deveriam estar mais do que atentos depois do que aconteceu na Inglaterra.

O jornalista comparou a situação aos casos do GP da Itália de 2019, em que nenhum dos pilotos conseguiu abrir tempo na parte final do Q3, e ao imbróglio entre Nikita Mazepin e Antonio Giovinazzi no GP da Emília-Romanha deste ano. Para o jornalista, trata-se de uma falta de inteligência por parte da Red Bull e de Verstappen, que acabam fazendo as coisas meio que roboticamente, em um momento em que ambos deveriam estar mais do que atentos depois do que aconteceu na Inglaterra.

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