Hamilton pede fim do confronto em Gaza: “Nenhuma criança deveria viver com medo”

Pelas redes sociais, piloto da Mercedes pediu doações para entidades que atuam na área para atender as pessoas em necessidade

Trailer dos personagens clássicos do F1 2021 (Vídeo: Codemasters)

Lewis Hamilton se pronunciou sobre o confronto entre Palestina e Israel na região de Gaza. O piloto da Mercedes pediu a desescalada do conflito e sugeriu que, quem pode, faça uma doação às entidades que estão no local dando apoio humanitário.

De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), nos últimos dias, mais de 170 palestinos morreram em Gaza e 1.221 ficaram feridos. Em Israel, são ao menos dez óbitos e outras centenas de feridos.

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No último domingo, o Conselho de Segurança da ONU se reuniu e pediu um cessar-fogo imediato na região. Segundo a organização, mais de 38 mil pessoas buscam proteção em 48 escolas da Agência da ONU para Assistência aos Refugiados Palestinos, Unrwa, em Gaza, e mais de 2,5 mil pessoas ficaram desabrigadas.

A nova onda de violência na região é resultado da ameaça de despejo de famílias palestinas do bairro de Sheikh Jarrah, localizado fora dos muros da Cidade Velha de Jerusalém. Grupos de colonos judeus reivindicam essas áreas em tribunais israelenses.

Nas redes sociais, Hamilton se disse devastado pelo confronto e pediu a pacificação. O piloto da Mercedes lembrou, também, o drama das crianças expostas à violência da guerra.

“Estou devastado com o que estou vendo acontecer entre a Palestina e Israel”, disse Hamilton. “Espero e rezo para que vejamos o fim desta luta”, seguiu.

“Nenhuma criança deveria viver com medo da violência, se esconder embaixo da cama torcendo para que não seja a casa dela a próxima a ser atingida”, declarou. “Aqueles em posição de influência precisam reduzir a intensidade do conflito imediatamente”, defendeu.

Lewis pediu, ainda, doações a Save The Children, uma organização humanitária que desde 1919 se dedica a proteger o direito das crianças.

“Se você se sente tão impotente quanto me sinto agora ou se não sabe o que dizer ou como ajudar em um momento como este, existem grupos no local que oferecem um suporte tangível às pessoas em necessidade. Comida, água, curativos e outras necessidades básicas. Eu doei à Save the Children hoje para apoiar o trabalho essencial deles em Gaza”, contou.

“Juntem-se a mim em apoiá-los se você puder ou considere apoiar outros grupos de que estão tendo um impacto no local”, completou.

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