Nem ritmo promissor da Ferrari nos primeros testes é capaz de animar Räikkönen: “Foi bem ok. Normal”

Algumas coisas nunca mudam: as entrevistas de Kimi Räikkönen são uma delas. O finlandês não mostrou a mínima empolgação em seu primeiro (e único) contato com a imprensa durante toda a semana de testes em Barcelona

 

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Os primeiros testes da F1 em 2017 mostraram que o nível da Ferrari mudou; mas o ânimo (ou desânimo) de Kimi Räikkönen, não. Único piloto a ser mais rápido em dois dias de atividades – na terça-feira e nesta quinta – o finlandês já mostrou que os meses de férias não mudaram sua maneira pouco empolgada de ver o mundo. 

“Foi ok. Um teste normal. Nenhum problema, tudo como planejamos”, disse, com sua habitual voz em volume mínimo e empolgação ainda menor. 

O desempenho da Ferrari, na verdade, foi um pouco melhor que “ok”. A equipe italiana mostrou consistência, completou 468 voltas no Circuito de Barcelona; e também velocidade, com dois dias na liderança das tabelas de tempos com Räikkönen e dois dias em segundo lugar com Sebastian Vettel

Em 2016, a escuderia italiana também liderou os testes da pré-temporada, mas de forma ilusória, abusando do uso de pneus ultramacios e de simulações de qualificação. Neste ano, a história tem sido bem diferente – nos dias em que foram superados pela Mercedes, os pilotos do time de Maranello usavam compostos de pneus mais duros que os rivais.

Kimi Räikkönen (Foto: Twitter/XPB)

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Motivo suficiente para empolgar torcedores, dirigentes, jornalistas… Mas não Raikkonen. “Acho que foi bem ok. Fizemos muito do que tínhamos planejado e queríamos ter feito alguma coisa ou outra a mais. Mas depois desses quatro dias, se compararmos com o ano passado, foi um bom começo”, avaliou. 

As mudanças no regulamento, que têm sido elogiadas por terem deixado os carros mais rápidos, também foram assunto da concorrida entrevista com o finlandês, acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO. Mas nem o tema que mais empolga os companheiros de profissão foi capaz de animar o finlandês. 

“Não é tão diferente. Tem mais aderência, é mais rápido… Na verdade eles são diferentes, mas é como costumam ser antes, há alguns anos… O carro é bom, eu gosto”, disse, sem aprofundar-se muito. Outra questão recorrente tem sido sobre as ultrapassagens: serão mais difíceis? “Hmmm, vamos ver nas corridas, é muito cedo para dizer”. 

Nas corridas, a Ferrari talvez dê a Raikkonen mais razões para animar-se um pouco mais. Mas só da porta para dentro dos boxes. Nas entrevistas, não há indícios de que mudará. 

“Ele não gosta de dar entrevistas, nunca gostou, simplesmente é assim”, explica Niki Juusela, narrador da MTV Max, emissora finlandesa que transmite a categoria. Nem mesmo em seu idioma natal o campeão se empolga. “Em finlandês, na verdade, ele fala ainda menos”. 

Entre tantas novidades na F1 em 2017, dentro e fora das pistas, já se sabe de pelo menos uma coisa que continuará exatamente igual aos últimos anos.

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