F1

Pacote de atualizações da Williams para Barcelona vai provar “se teremos alguma esperança ou não”, diz Russell

George Russell negou que 2019 seja seu primeiro ano complicado na carreira e lembrou até a época do kartismo. Na Williams, porém, o britânico sabe que seu debute na F1 é cercado de dificuldades e coloca todas as suas fichas no pequeno pacote de atualizações que a Williams vai levar para Barcelona neste fim de semana

Grande Prêmio / Redação GP, de Sumaré
Sem qualquer competitividade para sequer sonhar com pontos nas quatro primeiras etapas da temporada 2019 da Fórmula 1, a Williams pela primeira vez no campeonato vai levar atualizações para o FW42 neste fim de semana de GP da Espanha, em Barcelona. George Russell, que estreia neste ano no Mundial, lembra que não é um pacote completo, mas as novas peças vão indicar se há alguma esperança ou não de melhora da equipe na sequência do campeonato.
 
“Teremos algumas pequenas melhoras que vão chegar em Barcelona. Acho que isso vai nos dar uma boa ideia de como o carro vai se desenvolver durante o restante da temporada”, declarou o novato britânico em entrevista ao site ‘Motorsport Week’.
 
“Como disse antes, não é uma atualização completa, mas vai nos dar um rumo mais claro para saber onde devemos nos focar, e com base neste resultados, vamos saber se teremos alguma esperança para o resto da temporada ou não”, explicou o dono do carro #63.
George Russell põe todas as suas fichas nas atualizações da Williams para Barcelona (Foto: Williams)
Hoje com 21 anos, Russell lembra que está longe de ser sua primeira temporada difícil desde que estreou no esporte. O piloto, que foi campeão europeu de kart em 2012, disse que enfrentou suas dificuldades na modalidade e mesmo na F3 Europeia, entre 2015 e 2016, não teve vida fácil.
 
Para Russell, os anos difíceis, se não trazem resultados, ao menos ajudaram no seu amadurecimento como piloto, como vem sendo em 2019 também na sua estreia na Fórmula 1.
 
“Não é meu primeiro ano complicado. Meu último ano no kart foi muito difícil. Fui para uma equipe que não estava dando certo no momento e vi como uma situação em que só valia a pena vencer. Se não tivesse feito isso, eles teriam me culpado por trocar de equipe”, recordou.
 
“Você pode chamar a temporada de desenvolvimento de pilotos, e vivi isso também na F3. Minhas duas temporadas estiveram bem longe de ser perfeitas, e isso me ajudou a ser o piloto que sou hoje, já que aprendi muitas lições naqueles momentos”, finalizou o jovem de Norfolk.

Apoie o GRANDE PRÊMIO: garanta o futuro do nosso jornalismo

O GRANDE PRÊMIO é a maior mídia digital de esporte a motor do Brasil, na América Latina e em Língua Portuguesa, editorialmente independente. Nossa grande equipe produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente, e não só na internet: uma das nossas atuações está na realização de eventos, como a Copa GP de Kart. Assim, seu apoio é sempre importante.

Assine o GRANDE PREMIUM: veja os planos e o que oferecem, tenha à disposição uma série de benefícios e experências exclusivas, e faça parte de um grupo especial, a Scuderia GP, com debate em alto nível.