F1
04/02/2016 11:00

Paddock GP: Di Grassi avalia que tecnologias da F1 são “muito específicas” e não se aplicam a outros carros

Convidado do Paddock GP, programa de debates do GRANDE PRÊMIO, Lucas Di Grassi vê a F1 como uma categoria de tecnologias muito avançadas, mas que pecam pelo pouco espaço de aplicação em outros certames – problema não enfrentado pelo WEC e pela F-E
Warm Up / Redação GP, de Bogotá
 Lucas Di Grassi falou bastante no programa (Foto: Rodrigo Berton)


As novas tecnologias da F1, responsáveis por um súbito aumento nos custos da categoria, ainda não vingaram. As inovações – como os componentes híbridos, presentes na categoria desde 2014 – são vistas com dúvidas por muitos fãs. A situação não é diferente para Lucas Di Grassi – convidado do Paddock GP, programa de debates do GRANDE PRÊMIO, nesta terça-feira (2) –, que vê as inovações do principal certame do automobilismo como “muito específicas” para se aplicar em outras categorias ou carros de rua.
 
A avaliação de Lucas veio depois de ser indagado a respeito das semelhanças entre os carros do Mundial de Endurance – onde corre pela Audi – e os da F1 – onde disputou apenas uma temporada, em 2010. O brasileiro vê os LMP1, melhores carros do WEC, como muito semelhantes aos monopostos da outra categoria – tanto em velocidade quanto em técnica para pilotar.
Lucas Di Grassi no Paddock GP (Foto: Rodrigo Berton)
As diferenças, por sua vez, são relacionáveis à tecnologia. Tanto o WEC quanto a F-E, a outra categoria de Lucas, encontram sucesso ao levar novos elementos das pistas para os carros de rua, tomando a evolução de componentes elétricos como um exemplo. Já na F1, apesar do nível “super alto” de desenvolvimento, trata-se de uma aplicação bastante restrita.
VEJA A EDIÇÃO #15 DO PADDOCK GP, COM LUCAS DI GRASSI