Pérez vê Force India mais lenta que Haas e Toro Rosso, mas prega otimismo: “Ainda é nosso melhor começo em quatro anos”

Sergio Pérez saiu da Austrália com a certeza de que a Force India terminou em posições melhores do que deveria estar. O P7 dele e o P10 de Esteban Ocon, segundo o mexicano, não refletem o carro mais lento do que Williams, Haas e Toro Rosso que tem a Force India. Mas Pérez não se incomoda e avalia que começos complicados são comuns no time

 

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A Force India não pode reclamar dos resultados que conseguiu na abertura do Mundial 2017 da F1, na Austrália. Sergio Pérez saiu com o sétimo lugar e seis pontos, enquanto Esteban Ocon foi o décimo, marcando um ponto. Um resultado especialmente satisfatório tendo em vista que a Force India tem um rendimento abaixo não apenas da Williams, mas também de Haas e Toro Rosso. 

 

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Quem fez a afirmação foi o próprio Pérez. O mexicano, em seu quarto ano como piloto da Force India, avaliou que a equipe começou a temporada 2017 com um carro mais lento que Williams, Haas e Toro Rosso, além de Mercedes, Ferrari e Red Bull. Assim, a sétima equipe na ordem de forças terminou a etapa com sete pontos. Pérez elogiou as escolhas do time para tanto, sobretudo na estratégia, e ressaltou o trabalho dos pilotos.

 
"Como time, tivemos um fim de semana perfeito, estou feliz com isso", disse. "A Williams está muito à frente no momento, a Toro Rosso foi mais rápida que nós, a Haas foi mais rápida que nós. Batê-los na pista com estratégia é algo para deixar a equipe muito feliz", disse.
 
"Acho que Melbourne é uma pista onde o piloto pode fazer mais a diferença, é muito irregular e estreita. É uma pista difícil. Uma vez que formos a uma pista normal, iremos ter dificuldades. Realmente precisamos melhorar o mais cedo possível", seguiu.
Sergio Pérez e Esteban Ocon (Foto: Force India)
Mas Pérez não está com grande preocupação. Segundo ele, um começo mais lento não é algo estranho à realidade do time anglo-indiano. Na verdade, para Pérez, é o começo mais encorajador nas temporadas dele com a equipe.
 
"Precisamos trabalhar duro no carro, porque já vimos no passado que a Force India não tem grandes começos de temporada. Creio que provavelmente esse seja o melhor começo de temporada em quatro anos. É encorajador, mas ainda temos muito a avançar. Sabemos que, no momento, não estamos onde terminamos a corrida", afirmou.
 
A maior fraqueza do carro? O sobrepeso na traseira. "Melhoramos o carro desde os testes, mas eu acho que as fraquezas estão lá. A traseira. Não dá para equilibrar o carro, temos que carregar muito desse peso extra na traseira, então é isso que precisamos resolver", encerrou.
 
Pérez ficou à frente das duas Toro Rosso e terminaria, de qualquer forma, melhor que Lance Stroll e Kevin Magnussen – que acabaram abandonando. Terminou atrás de Felipe Massa e deu certa sorte pelo abandono de Romain Grosjean. Ocon, por sua vez, foi batido pelas Toro Rosso, mas também terminou com um resultado respeitável.
 
A F1 volta com o GP da China, em 9 de abril.

 

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