Perfeito, Vettel encaixa cada pedacinho do esquema da Ferrari em Mônaco. E dobradinha termina em ‘climão’

Sebastian Vettel fez cada metro do GP de Mônaco deste domingo (28) à perfeição, levando em conta o que a Ferrari gostaria: de tê-lo perto o suficiente para dar o bote no companheiro Kimi Räikkönen. A partir do momento que deu certo, Vettel se tornou líder do campeonato por mais de uma corrida de vantagem. Só que a primeira vitória - e dobradinha - da equipe em Monte Carlo após 16 anos se tornou uma festa de clima estranho e sem tantos sorrisos

 

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O Principado é vermelho outra vez. Antes de Sebastian Vettel vencer o GP de Mônaco deste domingo (28), a Ferrari amargava longos 16 anos desde o último triunfo no solo mais sagrado da F1. Michael Schumacher vencera em 2001, quando ainda lutava pelo tetracampeonato mundial, e fora acompanhado de Rubens Barrichello. Exatamente como hoje, com Kimi Räikkönen se juntando à baila. É o fim perfeito para a equipe italiana, que interrompe a perna europeia para um bate-volta no Canadá com Vettel na liderança do campeonato por uma corrida: 25 pontos.

 
Como chegamos lá? A Ferrari teve certa classe, não distribui ordens, e obrigou Vettel a andar muito rápido durante a janela de paradas nos boxes. Isso tudo é verdade. Mas também é verdade que o tempo perdido no pit-stop de Räikkönen foi fundamental para que Sebastian conseguisse ganhar a posição do companheiro nos boxes. Chamar de armação, assim, de peito aberto, costuma ser leviano. Seria difícil olhar para outro lado para o que aconteceu, porém. A Ferrari deu a Vettel a chance de passar – e deu certo. Ainda é Mônaco, mas Ferrari e Mercedes já deixaram claro: vão favorecer Vettel e Lewis Hamilton sempre que for necessário. É um campeonato entre os dois, está evidente.
 
Sebastian sempre esteve à espreita e no aguardo de uma chance – ou decisão. Evitou o afastamento de um Kimi que começou a toda, foi se mantendo menos de 2s atrás e aproveitou a chance que teve. Depois andou à frente, encarou relargada e jamais deu pinta de que diminuiria o ritmo. Com o maior rival na lona, a vitória era fundamental para respirar pela primeira vez em 2017. “Parece inacreditável. Foi uma corrida muito intensa. Esperava ter um começo melhor na largada e tive de ser paciente. Os pneus começaram a escorregar no primeiro stint e tive de me recuperar um pouco”, declarou.
Sebastian Vettel venceu o GP de Mônaco de F1 (Foto: AFP)

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“Mas então, tive uma segunda tentativa e tive algumas voltas onde o carro estava muito bom. Consegui usar a janela para voltar à frente e, depois disso, consegui controlar a corrida", falou. E ainda arrematou que "foi difícil" controlar o carro na relargada. observou o esfuziante líder do campeonato.

Só que Räikkönen, sem a vitória, ficou visivelmente irritado. "Não tenho nada a dizer. Ainda é um segundo lugar, mas a sensação obviamente não é boa. É difícil se você não tem confiança em sua equipe. Como piloto, eu poderia parar o carro, mas confio neles", prosseguiu, nervoso, ainda que Vettel jurasse que a mudança de posições não foi planejada.

 
É certamente desagradável para o piloto, mas Räikkönen tem de levar em conta que sua temporada começou extremamente abaixo da crítica. Antes de Mônaco tinha 49 pontos enquanto Sebastian já fizera 104. Embora obviamente desagradável e discutível, a decisão de priorizar o profissional com chances de ser campeão é, no mínimo, compreensível.
 
Hamilton, por sua vez, resolveu fazer o melhor que dava com o que tinha. O carro ainda não estava bom, algo que ele fez questão de sublinhar durante a corrida. Nestas condições e em Mônaco, não dá para descartar totalmente o valor de ganhar sete posições. Não foi de forma espalhafatosa, de forma alguma. Hamilton passou por Stoffel Vandoorne na largada, aproveitou o abandono de Nico Hülkenberg e levou mais uma galera na parada dos boxes tardia. Seis pontos que não são um sonho, mas que era o que podia ser tirado.

"Tenho estrategistas inteligentes. Hoje eles disseram que o melhor resultado possível era o décimo lugar. Então larguei com otimismo e forcei quanto dava", contou o vice-líder por 25 pontos. "Estou realmente feliz. Talvez eu não tenha ganho a corrida, mas não dá para dizer que não gostei. O início foi meio chato, o final também, mas o meio da corrida de peito aberto eu gostei", falou.

 
Num campeonato onde os dois ponteiros trocam vitórias – como estão fazendo o tri e o tetra -, a regularidade se torna chave maior na disputa pelo título. E após as primeiras seis corridas desta temporada, Vettel venceu três e foi segundo colocado em outras três; Hamilton venceu duas, foi segundo em duas e também somou um P4 e um P7. Isso faz toda a diferença no mundo.
Histórico: de Indianápolis, Alonso conversa com Button antes da largada em Mônaco (Foto: Reprodução)

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Rádio Ureia

 
Uma sacada do Liberty Media foi chamar Fernando Alonso para falar com Jenson Button no rádio da McLaren instantes antes da largada em Mônaco. Fernando pediu que Jenson cuidasse de seu carro – ao que Button respondeu dizendo que iria "dar uma mijada" no banco do ex-companheiro. Engraçado e tal.
 
E no fim das contas Button pode até não ter marcado o território de Alonso, mas provavelmente fez com que Pascal Wehrlein fizesse xixi no banco da Sauber (piada extraída do Twitter). Um erro grotesco de Jenson mandou o carro de Wehrlein de lado para o muro. Da pista, só se via o assoalho. Medo de quem não conseguia entender a situação do jovem alemão – que, por sorte, nada sofreu. Certamente não foi a despedida que o campeão mundial de 2009 gostaria de ter.
 
A McLaren, aliás, segue na punição cósmica. Vandoorne chegou a ser sétimo e tinha os primeiros pontos da equipe na temporada já no bolso. Mas uma segunda parada colocou-o em décimo, na berlinda, para o erro ao se defender de Sergio Pérez mandar o belga para o muro. Era o fim de corrida para ele, e a McLaren segue sem ponto. 
Daniel Ricciardo (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)
Subestimado
 
Daniel Ricciardo é elogiado, mas não é levado a sério tanto quanto deveria. O australiano fez a popular batida de carteira contra Valtteri Bottas e Max Verstappen para confirmar a terceira colocação e mais um pódio na temporada. É perceptível o quanto Daniel guia para vencer quando tem carros deste nível e guia para tirar absolutamente 100% quando tem carros que estão abaixo de outros. Grande piloto.

“Estou feliz hoje, com certeza. Ontem, eu sentia que tinha muito mais para oferecer, mas tivemos a nossa chance hoje. Eu tive a pista só para mim por algumas voltas. Só não gostei de ter relado no muro. Eu não tive certeza se tinha danificado alguma coisa. Quando o safety-car entra, esses pneus ficam como se eu estivesse dirigindo no gelo", falou o #3.

 
Momento Montoya
 
Sergio Pérez tocou com Wehrlein, depois estava bicando Vandoorne quando o belga errou e, por fim, cometeu uma barbeiragem e acabou com a corrida de Daniil Kvyat – obrigando a Force India a chamá-lo aos boxes para trocar pneus. Mesmo assim, depois de um dia horrível, ainda vai ficar marcado na história de Mônaco: fez a volta mais rápida do traçado em todos os tempos. 
Fernando Alonso (Foto: Carsten Horst/Hyset)
E Alonso?
 
Depois de dar um 'bom dia' para Button, é provável que Alonso tenha ido comer um 'cheeseburguer' com um café ralo típico dos Estados Unidos no desjejum. De lá, deve ter ido dar entrevistas para uma FDP Radio local de Indianápolis, depois uma TV e aí foi dar uns autógrafos. A ligação de Button vem mais tarde.
 
GENIAL, ALONSO FOI ESPETACULAR NA CLASSIFICAÇÃO EM INDIANÁPOLIS E ENTRA NO PÁREO PELA VITÓRIA

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