Por vitórias em 2018, diretor da McLaren diz que “vai analisar todas as opções”. Mas não sabe como convencer Alonso a ficar

Depois de um mês singular e marcado pela ‘Corrida dos Dois Mundos’, a McLaren volta seu foco todo à F1. E trabalha com um objetivo que, ao menos atualmente, parece pouco provável: lutar por vitórias no ano que vem. Para isso, Zak Brown não descarta nada. Mas sabe que tem pela frente outra dura tarefa: renovar com Fernando Alonso

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Ciente de toda a grandeza e história da McLaren, Zak Brown sabe bem que é fundamental colocar a equipe novamente no rumo das vitórias. O último triunfo da escuderia britânica no Mundial de F1 aconteceu há quase cinco anos — pelas mãos de Jenson Button no GP do Brasil de 2012 —, uma eternidade para uma marca com a envergadura da McLaren. Sem perspectivas para a atual temporada, o diretor-executivo da equipe já pensa em 2018 e avisou que não vai descartar nada para ver a McLaren brigando pela ponta. Mas, em meio ao processo de reconstrução, há outro desafio pela frente: convencer Fernando Alonso a renovar seu contrato, que vence no fim desta temporada.

 
O grande ponto fraco da McLaren nos últimos anos tem sido o motor Honda. A fábrica de Sakura, embora tenha um histórico vencedor na F1, ainda não conseguiu encaixar um bom trabalho desde que regressou ao Mundial como parceira da equipe de Woking, em 2015, virando até motivo de chacota num cenário que outrora foi a grande protagonista. Brown, embora não diga com todas as letras, considera até mesmo mudar de fornecedora em um futuro próximo.
Alonso tem contrato até o fim do ano. E Zak Brown não sabe como convencê-lo a ficar na McLaren (Foto: IndyCar)
O chassi da McLaren parece não ser um grande problema, uma vez que Stoffel Vandoorne e até Jenson Button, que estava parado desde o fim do ano passado e voltou à ativa como substituto de Fernando Alonso, conseguiu andar bem. Monte Carlo é um circuito muito particular porque não exige tanto do motor, de modo que o equilíbrio do chassi é determinante para o sucesso no Principado.
 
“Temos de resolver nossos problemas, e esses problemas são importantes na parte traseira do carro. 2018 não está tão longe, de modo que vamos ter de avaliar como chegar às primeiras posições. E, como disse meu companheiro, Jonathan Neale, todas as opções estão em cima da mesa e temos de voltar à estar à frente do pelotão”, comentou o dirigente norte-americano em entrevista ao site da emissora ESPN.
 
“Não sei ainda como vamos fazer, mas estamos em cima disso”, acrescentou Brown, que avisou também que tudo vai ser definido na segunda metade de 2017.
 
“Certamente, é muito difícil imaginar que vamos lutar pelo título no ano que vem. Mas é possível dar um grande passo à frente. Vamos tentar encontrar a forma de estar nessa posição e temos ainda um pouco de tempo antes das férias de verão. Vamos ver como vai ser nos próximos meses”, disse.
 

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Porém, Brown tem um grande desafio pela frente. Alonso vem dando sinais de que pode deixar a McLaren ao fim da temporada. O dirigente vai buscar de todas as formas manter o espanhol, visto como pilar fundamental para levar novamente a McLaren de volta às vitórias.

 
“Não sei como convencer Alonso. De fato, ele vai se convencer se ver que é o ambiente que ele quer para correr. Acho que é deixar que Fernando e a equipe conversem e ver como vamos estar na segunda metade do ano”, complementou Brown. Alonso também definiu o verão europeu como prazo para definir seu futuro na F1.
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