Red Bull aumenta faturamento, mas vê sucesso de 2023 reduzir lucro na Fórmula 1

Relatório financeiro indicou que faturamento de 2023 cresceu quase 10% com relação ao ano anterior, enquanto lucro caiu 40%

Em 2023, a Red Bull apresentou o maior domínio da história da Fórmula 1, vencendo 21 das 22 corridas do ano — os 95,45% de aproveitamento superou os 93,75% da McLaren no campeonato de 1988, quando a dupla de Woking era Ayrton Senna e Alain Prost. É óbvio que tamanho sucesso impactou as finanças da equipe de Milton Keynes, tanto do lado positivo quanto do lado negativo. O time chefiado por Christian Horner aumentou o faturamento, mas viu o lucro diminuir na categoria.

De acordo com os relatórios financeiros da Red Bull, a equipe fechou o ano fiscal de 2023 com £ 307 milhões [aproximadamente R$ 2,2 bilhões] de faturamento, um aumento de £ 30 milhões [R$ 220 milhões] com relação ao recebido em 2022 — um salto de quase 10% quando a comparação é a temporada em que Max Verstappen se sagrou bicampeão.

No entanto, o lucro da equipe caiu — algo que, certamente, não causou tristeza para nenhum funcionário em Milton Keynes. Em 2022, o superávit da Red Bull foi de £ 2 milhões [cerca de R$ 14,3 milhões], caindo para £ 1,2 [R$ 8,6 milhões] no ano seguinte — uma queda de 40%. A justificativa no balanço da marca de bebidas energéticas foi justamente o aumento de “pagamentos baseados em sucesso”, os famosos bônus por desempenho.

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O RB19 é o carro mais dominante da história da F1 (Foto: Red Bull Content Pool)

Por essa razão é que essa queda não deve ter causado nenhum tipo de preocupação para os funcionários — e até mesmo lideranças — da Red Bull, visto que devem ter recebido uma boa gratificação pelas as 21 vitórias de 2023.

Verstappen foi tricampeão no ano passado amealhando 19 vitórias nas 22 corridas da temporada, além de ter vencido quatro das seis corridas sprint. Sérgio Pérez ainda conquistou dois triunfos, além da sprint do Azerbaijão.

Naquele ano, só ‘escapou’ das mãos da Red Bull o GP de Singapura, vencido por Carlos Sainz, além da corrida sprint do Catar, que teve Oscar Piastri como o grande vencedor.

Fórmula 1 agora só volta entre os dias 18 e 20 de outubro para o GP dos Estados Unidos, em Austin.

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