Renault registra terceiro protesto contra legalidade da ‘Mercedes rosa’ Racing Point

Repetindo a dose dos GPs da Estíria e Hungria, Renault registrou protesto contra legalidade da Racing Point, apelidada de 'Mercedes rosa'. Daniel Ricciardo e Esteban Ocon terminaram à frente de Lance Stroll

Pela terceira corrida consecutiva, a Renault registrou um protesto oficial na FIA sobre a legalidade dos carros da Racing Point. Dessa vez, apenas o carro de Lance Stroll, o nono colocado do GP da Inglaterra, foi alvo, já que Nico Hülkenberg não conseguiu largar.

A esquadra de Enstone contesta a legalidade do carro da equipe de Silverstone, apelidada de ‘Mercedes rosa’, por conta das semelhanças com o modelo da montadora alemã de 2019. O Regulamento Esportivo da Fórmula 1 cita que as equipes precisam projetar os próprios bólidos.

“Nós confirmamos que a Renault enviou uma solicitação aos comissários para esclarecimentos sobre a legalidade da Racing Point RP20. Não temos mais comentário até que cheguem a uma decisão”, divulgou a equipe nas redes sociais, reaproveitando a nota colocada no dia 19 de julho, data do GP da Hungria.

Protesto da Renault contra Racing Point (Foto: Reprodução/FIA)

Assim como nos protestos anteriores, a Renault contesta a propriedade individual do chassi da Racing Point, estrutura de impacto traseira, carroceria, asas, trabalhos aerodinâmicos e dutos de freio. O protesto de hoje será unido com os anteriores e uma resposta da FIA deve acontecer em breve.

O GP da Inglaterra marcou o melhor fim de semana da Renault no ano. Daniel Ricciardo foi quarto colocado, enquanto Esteban Ocon fechou em sexto. Foi a primeira corrida de 2020 que a esquadra de Enstone somou mais pontos que a rival, que ainda está na frente no Mundial de Construtores, mas com vantagem reduzida.

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