Sauber lamenta “deslize”, mas elogia “volta forte” de Bortoleto no Q2 dos Países Baixos
Chefe da Sauber, Jonathan Wheatley elogiou volta de Gabriel Bortoleto e ressaltou equilíbrio do pelotão na classificação do GP dos Países Baixos. Dirigente lamentou por Nico Hülkenberg, eliminado no Q1, mas projetou confiança na capacidade da equipe de ganhar posições
Em mais uma classificação extremamente apertada na temporada 2025 da Fórmula 1, a Sauber conseguiu ir ao Q2 novamente. Gabriel Bortoleto liderou a equipe neste sábado (30), na definição do grid de largada do GP dos Países Baixos, e se colocou na 13ª posição, com 1min09s622. O tempo foi exatamente igual ao de Yuki Tsunoda e menos de 0s2 abaixo de Carlos Sainz, que passou ao Q3 em décimo. Nico Hülkenberg teve dia mais difícil e terminou em 17º.
Chefe da Sauber, Jonathan Wheatley se mostrou satisfeito com o resultado, principalmente pelos ventos traiçoeiros de Zandvoort e o equilíbrio do pelotão. E ressaltou que a ida de Bortoleto ao Q2 aconteceu em um acerto que não agradava ao brasileiro.
“Ainda que a chuva tenha ido embora para a classificação, as mudanças de direção do vento trouxeram um desafio adicional aos pilotos. Foi difícil acertar uma volta inteira. No Q1, Bortoleto conseguiu ser 15º: ele não estava totalmente feliz com o carro, mas foi bom o suficiente para levá-lo ao Q2”, analisou Wheatley.
Além de lamentar o equilíbrio que acabou tirando Hülkenberg da segunda fase da classificação, Wheatley também citou um pequeno deslize de Bortoleto na última volta do Q2. Não fosse isso, o brasileiro poderia até sonhar com uma vaga entre os dez primeiros colocados do grid.

“Nico, por outro lado, ficou muito perto de progredir [ao Q2], no que foi novamente uma batalha muito apertada no pelotão intermediário. No fim, Gabi conseguiu o 13º lugar, com um pequeno deslize na curva 9 afetando uma volta forte. Fez um tempo idêntico ao de Tsunoda e só perdeu o Q3 por 0s15“, lamentou.
Sobre a corrida, Wheatley destacou a dificuldade de se ultrapassar em Zandvoort, que faz sua penúltima participação na Fórmula 1. Por outro lado, ressaltou a boa fase recente da Sauber e mostrou confiança na capacidade da equipe de surpreender.
“Pensando no domingo, o pelotão continua muito próximo. Zandvoort não é uma pista fácil de se ultrapassar, mas, como temos mostrado nas etapas anteriores, somos cada vez mais capazes de ganhar terreno em uma corrida”, finalizou o chefe da Sauber.
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