VÍDEO: “Idiotas” não abrem volta na classificação na Itália e provocam anticlímax na F1

Chefão da Mercedes, Toto Wolff definiu o episódio do fim do Q3 em Monza como "pior do que em categorias de base". Os carros da Ferrari seguraram o pelotão nos instantes finais da disputa da pole e não permitiram que ninguém melhorasse os tempos


 

A parte decisiva da classificação deste sábado (7), em Monza, foi marcada por um incidente dos mais controversos. Os dez carros em disputa deixaram para sair nos instantes finais, depois que a sessão ficou paralisada por um acidente com Kimi Räikkönen, mas a volta de todos, com exceção de Carlos Sainz, foi excessivamente lenta, o que impediu o giro final para a briga pela pole-position entre Mercedes e Ferrari, principalmente. Os dois carros da equipe italiana comandavam o pelotão e ditaram o ritmo na volta de saída dos boxes.

 
A dupla ferrarista, lado a lado, segurou os demais. Daniel Ricciardo, com a Renault, também esteve mais lento que os pilotos que vinham atrás. Sendo assim, apenas Sainz conseguiu abrir volta, mas nada que mudasse a luta pela ponta.
 
No fim, por conta da confusão, ninguém conseguiu melhorar as marcas registradas anteriormente. Assim, Charles Leclerc ficou com a pole-position do GP da Itália, seguido por Lewis Hamilton e Valtteri Bottas. Sebastian Vettel parte da quarta colocação. A FIA (Federação Internacional de Automobilismo) já havia alertado de que não toleraria voltas propositalmente lentas durante a classificação. Por isso, o incidente está sob investigação.
 
Ao falar do episódio, o chefe da Mercedes, Toto Wolff, definiu o carro "como algo pior do que em categorias de base". "Você já viu algo assim antes?", disse aos jornalistas. "É pior do que em categorias de base. Todos pareciam uns idiotas. Não é nada digno da F1", criticou.
 

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