Após pódio em Marrakech, Rosenqvist põe vitória em temporada de estreia na F-E como “meta realista”

Felix Rosenqvist é o novato sensação da F-E nesta terceira temporada. O substituto de Bruno Senna na Mahindra foi à Superpole em Hong Kong e fez a pole em Marrakech, depois terminando a corrida no pódio. Agora, a meta do sueco é simples: ganhar uma corrida em seu primeiro ano de categoria

 

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Felix Rosenqvist chegou à F-E e rapidamente se tornou uma sensação na categoria. Uma pole-position e um pódio depois, em Marrakech, além de um forte rendimento de classificação em Hong Kong, coloca o sueco como o novato que mais recebe atenção. E Rosenqvist afirma: pensar em vitória é OK.

 

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Segundo Felix, campeão da F3 Euro em 2015 e que deixou o DTM para focar no campeonato dos monopostos elétricos, só é possível que pilotos entendam direito do que se trata a F-E após correram uma corrida. Avalia que o nível de competição é tão forte que o da F1, algo que não imaginava antes de tomar o volante do carro da Mahindra.

 
"É um campeonato muito complicado. Você realmente precisa estar aqui na F-E para entender o que ela é e o quão desafiadora. Eu sabia quando cheguei, no verão europeu, que o nível dos pilotos era alto – com o nível de qualidade da F1. É muito competitivo", disse o substituto de Bruno Senna.
 
Após o bom final de semana no Marrocos, Rosenqvist prega o cuidado e sabe que sua desvantagem aumenta ao guiar por pistas já carimbadas na categoria, mas mesmo assim garante que almejar uma vitória na temporada de estreia não é algo além da conta.
 
"Nunca quero ser confiante além da conta, e talvez Marrakech tenha se encaixado com a gente naquele momento, mas uma coisa que eu precisa ter em mente é que as primeiras duas pistas que visitamos foram mais ou menos novas para todo mundo. Isso me ajudou como novato", avaliou.
Felix Rosenqvist (Foto: F-E)
"Agora vamos a Buenos Aires e, diferente dos primeiros dois circuitos, a maioria dos pilotos já conhece a pista. Mas estaremos no simulador na semana que vem – e temos ido bem nessa área – para nos preparamos para a Argentina", seguiu.
 
Após liderar em Marrakech já na segunda parte da corrida – e ser ultrapassado por Sébastien Buemi e Sam Bird -, Rosenqvist contou que a Mahindra se juntou para entender como poderia melhorar. Afinal, a derrota aconteceu entre estratégia e complicações de software. Segundo contou, o time começa 2017 mais forte.
 
"Sentamos enquanto time e sabemos o que precisamos melhorar e nos cometer os mesmos erros. Como sempre no automobilismo, você aprende com a experiência, e isso deve fazer a diferença quando entrarmos numa boa posição como aquela em que possamos lutar por uma vitória novamente. Acho que esse precisa ser nosso foco – sinto que é uma meta realista agora", encerrou.
 
A F-E volta com o eP de Buenos Aires de 18 de fevereiro – que o GRANDE PRÊMIO acompanha 'in loco'. 
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