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Di Grassi visa voltar ao pódio após três corridas, mas coloca ida à Superpole como “objetivo #1” em Paris

O campeão da terceira temporada da Fórmula E entende que, na especialmente estreita pista da capital francesa, é fundamental vencer a barreira do treino no primeiro grupo para largar nas posições iniciais e voltar ao pódio, coisa que não faz desde Hong Kong

Grande Prêmio / Redação GP, do Rio de Janeiro
Lucas Di Grassi aproveita todas as chances que tem para exaltar a Fórmula E, com a competitividade que aflorou como nunca nesta temporada 2018/19. Num campeonato de disputa incerta e bagunçada, ele é o quinto colocado e está apenas sete pontos atrás do líder. E vai para Paris pensando em voltar ao pódio após duas provas de ausência.
 
Di Grassi destacou a necessidade de andar bem no treino de classificação mesmo saindo do primeiro grupo, o dos líderes, numa pista parisiense que está entre as mais estreitas da categoria. Depois, na pista, é preciso traçar a estratégia correta para voltar ao top-3.
 
“Aqui, como em outros traçados da FE, a classificação para o grid terá papel fundamental na corrida e vai determinar muita coisa da estratégia das equipes”, explicou.
 
“Eu vou estar no primeiro grupo novamente, o que certamente não é uma vantagem. Mas ainda assim é possível brigar por uma vaga na Superpole, a parte final do classificatório que determina a ordem dos seis pilotos que vão largar na frente. Esse é, então, nosso objetivo número um ao entrar na pista, de forma a tentar uma boa posição de largada e construir uma estratégia que nos permita chegar ao pódio. De qualquer forma, nesse campeonato apertado, o mais importante é pontuar sempre, para se manter na briga pelo título”, afirmou.
Lucas Di Grassi (Foto: Audi)
Destacou ainda a conhecida troca de comando na ordem de forças do grid: são sete equipes diferentes a vencer em sete provas.
 
“Esse é um campeonato especial, que fica cada vez mais competitivo a cada corrida, incrivelmente aumentando os possíveis candidatos a pole ou vitória cada vez que terminamos uma corrida. É quase surreal, mas é assim que deve ser. Dentro ou fora do cockpit, o que todos querem é ver esse nível de competição”, afirmou.
 
“Como resultado temos que trabalhar duro para nos manter no páreo. A equipe tem feito isso e é por essa razão que estamos competitivos e sempre brigando por pódios. Quem for campeão neste ano, realmente vai merecer o título”, seguiu.