Fórmula E e Roma trabalham para manter corrida apesar de restrições por pandemia

Mesmo com Roma em código vermelho por conta da pandemia do novo coronavírus, Fórmula E pretende manter evento em abril

A Fórmula 1 divulgou uma simulação de volta no mais novo circuito de rua da Fórmula 1, Jidá, na Arábia Saudita (Vídeo: Fórmula 1)

As restrições causadas pela nova onda de contágio do novo coronavírus em Roma não fizeram a Fórmula E mudar de ideia. Junto da organização do eP da capital italiana, marcado para 10 de abril, a categoria pretende ir adiante com o evento.

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A cidade foi colocada em condição de lockdown nas últimas semanas, com o fechamento de escolas, centros de compras e museus ficarão fechados ao menos até a Páscoa – marcada para 4 de abril. Isso inclusive na província de Lazio, onde está localizada a pista. Mesmo assim, o plano é seguir em frente, visto que o traçado está numa zona comercial, não residencial.

“Essas restrições não afetam nossa preparação para o eP de Roma. Como sempre, a saúde e segurança de toda nossa comunidade, assim como a dos cidadãos e moradores das cidades nas quais corremos seguem sendo as prioridades”, afirmou um porta-voz ao site inglês ‘The Race’.

De acordo com as leis italianas, divididas por cores como no Brasil, as zonas urbanas que tiverem em código vermelho – como está a área de Lazio – impedem que as pessoas saiam de casa a não ser que tenham urgências médicas ou sejam trabalhadores de áreas essenciais. Quaisquer que sejam as atualizações, não haverá público presente.

O engarrafamento da Fórmula E em Roma (Foto: Reprodução/TV)

Mas há facilidades que são necessárias para o evento funcionar. Parte do pessoal que irá trabalhar no paddock terá de ser dispensada dos 14 dias de quarentena obrigatória para quem viaja desde a Inglaterra, onde está a grande maioria dos funcionários das equipes.

“Não correríamos se não estivéssemos confiantes em nossos protocolos de saúde e segurança para proteger a comunidade da Fórmula E e os residentes e cidadãos das cidades nas quais corremos”, corroborou Alberto Longo, um dos fundadores da categoria.

Para que tudo funciona, a categoria trata o evento como uma grande bolha, com os membros das equipes destacados de outros cidadãos. Não há, entretanto, um hotel específico onde ficarão todos os funcionários da categoria. É diferente, portanto, do evento realizado em Berlim, no fim da temporada passada.

“Tivemos zero infecções em nossos eventos. Todo mundo fez testes de PCR antes de viajar, então todas as medidas de precaução foram tomadas e estamos operando com a ideia de que estamos no cenário mais restrito de uma bolha. Assim, operando nosso próprio local de testes de PCR e que não tiram recursos dos serviços locais. Ficamos em quartos de hotel dentro do perímetro do evento – não fazemos contato com a população do lado de fora”, finalizou.

O eP de Roma é central para a temporada porque é a etapa na qual as equipes que escolheram começar o campeonato com o trem de força do ano passado vão poder introduzir o novo motor. DS Techeetah, Dragon e Nissan são as três nesta situação. As equipes não terão testes.

Após o cancelamento do eP de Roma na temporada passada, cidade e Fórmula E assinaram um contrato de cinco anos para a sequência do evento.

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