GP às 10: O que a Fórmula 1 vai querer com a Fórmula E e seus carros sem bateria?

Na esteira do desfecho vergonhoso da corrida da Fórmula E em Valência no último sábado, Victor Martins critica a categoria elétrica e questiona o interesse da Fórmula 1 em promover finais de semana em conjunto com o que definiu como um 'autorama', um brinquedo caro

Sem bateria, Da Costa perde potência e liderança na abertura da última volta (Vídeo: Fórmula E)

No GP às 10 deste domingo (25), Victor Martins questiona a Fórmula E depois de um desfecho vergonhoso no eP de Valência 1 no último sábado, em que vários pilotos ficaram sem bateria na volta final da corrida em razão da redução aplicada pela categoria durante os períodos de safety-car.

Foram três intervenções do carro de segurança ao longo da prova de 45 minutos mais uma volta. Na última volta, António Félix da Costa, que era o líder, teve de reduzir bruscamente a velocidade para economizar bateria e tentar vencer a prova. Não deu para o português, e Nyck de Vries, da Mercedes, triunfou em Valência.

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Stoffel Vandoorne, que foi punido por conta de uma irregularidade na escolha dos pneus, perdeu a pole e largou em último, mas terminou em terceiro lugar depois da caótica volta final.

O comentário do jornalista, feito pouco depois do fim da corrida no circuito Ricardo Tormo, vem na esteira de uma declaração curiosa proferida recentemente por Toto Wolff, que disse que Fórmula 1 e Fórmula E conversam para realizar etapas em conjunto num futuro próximo.

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Como uma categoria grande, como é a Fórmula E, apresenta este antiespetáculo? Por que existe a regra de tirar potência do carro com a entrada do safety-car? A categoria dos carros elétricos, na sua sétima temporada, demonstra que é um brinquedo caro, mas não passa de um autorama. Por isso, muita gente deixou de acompanhar a Fórmula E, uma categoria que, para muitos, não dá para ser levada a sério.

Sendo assim, como a Fórmula 1 vai formar aliança com uma Fórmula E que não inspira confiança como competição esportiva? Esta é a questão deixada por Victor Martins.

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