Impedida pela Renault de realizar testes de pré-temporada, Techeetah negocia para ter motores DS a partir de 2018 na F-E

A novata Techeetah, que existia como Aguri e foi comprada no ano passado pelo grupo chinês Chinese Media Capital, está alcançando bons resultados em sua primeira temporada na F-E. Foram pódios nas últimas duas corridas, por exemplo. Mas uma insatisfação que vem desde a pré-temporada faz com que a equipe procure a DS Citroën para negociar a capacidade de fornecedora de motores a partir da temporada 2018/19. A informação é do site norte-americano 'Motorsport.com'

 

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Mesmo conseguindo lutar pelas primeiras colocações logo na temporada de estreia após a aquisição, a Techeetah está planejando mudanças para os próximos anos na F-E. Com o melhor motor do grid, o da Renault, a equipe chinesa está considerando uma troca para a rival nacional da atual parceira. O time de Jean-Éric Vergne e Esteban Gutiérrez tem discussões avançadas para ser empurrada por motores DS Citroën.

 

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A informação foi dada pelo site norte-americano 'Motorsport.com'. A ex-Aguri se tornou Techeetah após ser comprada pelo grupo midiático chinês Chinese Media Capital no final da temporada passada. A negociação entre DS e CMC é para um acordo a partir da quinta temporada da categoria, no segundo semestre de 2018. Ao menos para a próxima temporada, a Renault continua no páreo.

 
"Ainda vai ser a Renault [na temporada que vem]", disse o chefe da equipe, Mark Preston. "Significa que a próxima temporada será uma transição suave e tranquila. É muito confiável. É quase colocar e usar o motor em alguns aspectos", seguiu.
 
Embora Preston não tenha confirmado abertamente, a notícia sobre as conversas aparece logo após a reclamação de Vergne por conta da falta de testes de pré-temporada. A equipe chinesa apenas foi à pista nas atividades oficiais da categoria – em Donington Park e nas etapas de Hong Kong, Marrakech, Buenos Aires e Cidade do México. Ou seja: seis dias de testes e os sábados de corrida.
Jean-Éric Vergne despontava como principal adversário de Di Grassi ao lado de Buemi (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Cada uma das fabricantes de trem de força da F-E tem direito a 15 dias de testes. Caso tenha uma equipe cliente, porém, ganha sete dias extras e pode definir quantos destes dias entrega de presente para a cliente – embora os testes precisem ser feitos pelo mesmo chassi e bateria e num carro que ainda não foi homologado. Só que a Renault, em vez de dividir os dias com a Techeetah, resolveu usar todos.
 
Em entrevista para o site norte-americano, Vergne tratou de forma misteriosa um plano "muito bom" para o futuro.
 
"Claro que não é ideal [ser uma equipe cliente], porque deveríamos ter dias de teste antes da temporada, mas a Renault usou todos, então não tivemos testes de pré-temporada", disse. "Eles têm grande vantagem que o pessoal não leva muito em conta. Tudo que temos para testar coisas é o dia de corrida", seguiu. 
 
"Eu acho que temos uma estratégia muito boa [para o futuro] e estamos trabalhando nisso. Espero que em algum momento no futuro possamos anunciar alguma coisa. Queremos ter uma equipe bem sucedida, e eu tenho um contrato de longa duração o time", encerrou. 
 
Apesar de ter deixado a DS Virgin após apenas uma temporada, Vergne ainda tem relações ótimas com Yves Bonnefont e Xavier Mestelan-Pinot, respectivamente diretor-executivo e diretor-técnico da DS.
 
Vergne foi ao pódio nas duas últimas etapas da F-E, em Buenos Aires e na Cidade do México, com o segundo lugar em ambas. A temporada segue com o eP de Mônaco em 13 de maio.

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