Indy

Indy quer voltar ao Brasil “quando economia estiver boa”. Mas “nada acontece neste instante”, diz dirigente

Após muita especulação, a Indy falou sobre a situação de diversas praças que podem voltar a receber a categoria. Falando do Brasil, o chefão da categoria garantiu que não retorna enquanto a economia do país não der garantias e que nada para os próximos tempos está programado
Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
Quem estava confiante na volta da Indy para o Brasil nos próximos anos recebeu um balde de água nesta terça-feira (19). Chefão da categoria, Mark Miles falou da situação de algumas praças que estão sendo veiculadas como destinos da Indy, garantiu que o Brasil só volta "quando a economia estiver boa" e deixou claro que não vê isso acontecendo por agora.
 
 
"Uma volta ao Brasil pode acontecer, mas quando a economia estiver boa. Lá tem uma boa quantidade de fãs da categoria, sabemos disso. E eles sabem como fazer o evento, mas não tem nada acontecendo neste momento. Quando a economia de lá for capaz de novo, vai ser um foco nosso voltar", explicou Miles.
A Indy não deve retornar tão cedo ao Brasil (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
O Brasil está oficialmente fora da Indy desde 2013, quando São Paulo recebeu a prova pela última vez. Em 2015, Brasília estava no cronograma, mas o autódromo segue sem condições de ter um evento até hoje e, meses antes da corrida, a etapa foi cancelada.
 
O México também esteve em pauta, mas não para ser "uma ou duas corridas em fevereiro, antes de ir para São Petersburgo", como definiu o chefão. Há três anos como forte possibilidade de retorno ao cronograma da Indy, o país parece estar se distanciando. Miles explicou que a saída de Pato O'Ward da Harding e, consequentemente, do grid, acaba atrapalhando também.
 
"Nós passamos um bom tempo no México no ano passado, tivemos boas conversas, mas não achamos que devemos assinar o contrato sem ter bem noção de como vai ser. Acho que mais cedo ou mais tarde acharemos o lugar ideal para correr lá, mas ainda não fechamos os acordos televisivos lá. Ter um piloto mexicano ajudaria bastante, inclusive na visibilidade da prova, esperamos que Pato fique", comentou.

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