Marca estampada no carro do título em 2004, 7-Eleven volta a patrocinar Kanaan em quatro provas da temporada 2017

Tony Kanaan vai contar com o retorno de uma parceira histórica em quatro provas da temporada 2017 da Indy. A 7-Eleven, patrocinadora-máster no carro do título do baiano em 2004, volta à categoria, agora com a Ganassi

 

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Uma das parcerias mais marcantes da última década na Indy está de volta em 2017. Nesta terça-feira (31), a 7-Eleven anunciou oficialmente que novamente terá sua marca estampada no carro de Tony Kanaan em quatro provas da temporada.

 
Desta vez, porém, a 7-Eleven não será a patrocinadora-máster do carro de Tony, cargo que segue com a NTT. A marca de lojas vai aparecer como patrocínio associado em São Petersburgo, Long Beach, no Texas e nas 500 Milhas de Indianápolis.
 
“Estou ansioso para levar eles de volta ao Victory Circle novamente, como fiz várias vezes no passado. É normal que eu fique animado por unir forças com eles na Ganassi”, disse o piloto.
Tony Kanaan celebra o título de 2004 em Motegi (Foto: Reprodução/IndyCar)
Com a marca estampada em seu carro nos tempos de Andretti, Kanaan conquistou seu título na categoria, em 2004, além de vencer 14 corridas e liderar 2668 voltas.
 
“Tony já se mostrou como um embaixador da marca, tanto do automobilismo quanto da 7-Eleven. Sempre que ele e o carro estão em uma das nossas lojas, vários clientes o cumprimentam. Tony ficava, conversava, dava autógrafos e tirava fotos por horas. Ele é um vencedor em tudo que faz”, afirmou. Joe DePinto, presidente da 7-Eleven.
 
Kanaan teve sua melhor temporada com a Ganassi em 2016, brigando na parte de cima da classificação o tempo todo e fechando em sétimo, com um pódio conquistado em Road America.
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Prost descarta culpa em acidente com Senna no Japão em 1989: “Se tivesse aberto a porta, não teria feito a chicane”

Alain Prost recordou uma das grandes polêmicas da história da F1. 28 anos após a decisão do título de 1989, o francês deu seu veredito sobre o famoso acidente com Ayrton Senna no GP do Japão, em Suzuka. Na ocasião, os dois pilotos da McLaren se tocaram em uma chicane, incidente que acabou por zerar as chances de título de Senna. Mesmo sendo visto como culpado por muitos, Prost garante: ninguém teve culpa de nada no toque.

Em entrevista à revista britânica ‘F1 Racing’, Prost recordou o desenrolar do fim de semana do GP do Japão de 1989. O francês diz que não tinha problemas em ser ultrapassado pelo brasileiro – o problema é que Senna chegou muito rápido, o que resultou em um acidente de corrida.

“Não houve culpa. Eu conheço um monte de gente…talvez eles não entendam”, disse Prost. Depende muito se são fãs de Ayrton ou meus. Eu estava com tudo sob controle nessa corrida. Realmente, tudo sob controle. Antes da prova, eu disse a Ron [Dennis, chefe de equipe da McLaren na época] e a Ayrton que se eu me encontrar na situação que tenho de estar, eu vou abrir a porta, porque eu já tinha feito isso tantas vezes em 1988 e 1989”, recordou.

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