Piloto anão, Rico Abreu perde vaga na Nascar. Mas ainda sonha em disputar 500 Milhas de Indianápolis e de Daytona

Ainda sem planos para 2017, Rico Abreu segue contemplando seu sonho de disputar as duas maiores provas do automobilismo americano. É a meta de um piloto que superou adversidades para competir em alto nível

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O automobilismo costuma reservar histórias interessantes. Uma das mais curiosas delas é a de Rico Abreu: o americano é um caso único de piloto anão. Dono de uma carreira de sucesso nos midgets – essencialmente gaiolas com motor e pneus –, Rico fez a transição para a Truck Series da Nascar. Correndo com o #98 da ThorSport, teve uma temporada mediana em 2016 e fechou o campeonato em 13º lugar – insuficiente para renovar o contrato com uma equipe que tem sérios problemas financeiros.
 
É uma notícia triste para um piloto que parece tão capaz quanto todos os outros. Mas certamente não é o fim de um sonho no automobilismo de elite: Rico deixa claro que uma das metas para o futuro é disputar as duas principais provas do automobilismo americano, as 500 Milhas de Indianápolis e as 500 Milhas de Daytona.
 
“Meu objetivo desde o início é competir nas 500 Milhas de Daytona e nas 500 Milhas de Indianápolis”, disse Rico. “Além disso, existe o desejo de ganhar corridas. Não importa se vou vencer corridas de midgets, de sprint cars, da Nascar. Eu não vou dizer ‘não’ para boas oportunidades”, completou.
Rico Abreu (Foto: Nascar Media)
Mas a verdade é que fica difícil pensar em planos grandiosos para o futuro se a própria temporada 2017 já é uma incógnita. Parece improvável que Rico consiga disputar a segunda temporada completa na Nascar.
 
“A princípio, meu plano é correr de qualquer coisa. Não quero que as pessoas pensem que vou ficar sentando, desistindo. Assim que tivermos uma solução que funciona pra mim, vamos correr atrás disso. Tenho boas pessoas comigo. É uma questão de encaixar tudo”, seguiu.
 
As 500 Milhas de Indianápolis e de Daytona nunca contaram com a presença de anões, apesar de suas histórias longevas.
 
Muito mais do que um cara baixinho, Abreu é representante de uma classe de pilotos que usa os midgets e sprint cars para ganhar fama. Tony Stewart foi um expoente neste aspecto, sendo fã deste estilo de competição até hoje. Kyle Larson, em ascensão na Nascar, tem a mesma história. Resta ver se Rico vai ter a chance de alcançar o mesmo sucesso.
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