Sousa /Fiuza supera falha de suspensão no sexto estágio do Dakar e fica em oitavo no geral. Spinelli/Haddad é 18º
Na sexta especial do Rali Dakar 2015, disputada nesta sexta-feira (9), Carlos Sousa e Paulo Fiuza terminaram em 13º, enquanto Guilherme Spinelli e Youssef Haddad completaram o estágio em 18º. Na geral, a dupla Sousa e Fiuza ocupa o oitavo lugar
Depois da sexta especial do Rali Dakar 2015, a dupla da Mitsubishi Carlos Sousa e Paulo Fiuza voltou ao top-10 da classificação geral entre os carros,com a oitava colocação. O outro duo da equipe brasileiro, Guilherme Spinelli e Youssef Haddad também tiveram bom desempenho no estágio entre Antofagasta e Iquique, já no Chile, nesta sexta-feira (9). Guiga e Youssef completou a etapa na 18ª colocação.
"Foi uma etapa fantástica, com fesh-fesh e a última parte em dunas, que fomos bem. O ASX Racing está bom e a navegação foi impecável", disse Sousa que, ao lado de Paulo Fiuza, completou o dia na 13a posição.
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O piloto relatou, entretanto, que os dois tiveram problemas com a suspensão. "O carro está sendo muito resistente até agora. O problema é com o fornecedor da suspensão de competição, que requer um trabalho específico para uma prova tão dura como o Dakar", explicou Carlos.

"Mas colocamos a faca nos dentes para chegar até o fim. Demos o máximo possível na segunda parte, pois o impacto da suspensão na areia é menor. Fomos bastante rápidos nesse trecho", completou.
Dentro da estratégia daequipe, Spinelli e Haddad, que largaram à frente de Carlos e Paulo na sexta etapa, abriram caminho para que eles pudessem passar e ir "escoltando" a dupla até o fim da especial. "Paramos para esperar o Carlos. Esse é o objetivo e estamos prontos para amanhã. A especial não era muito longa, mas bem dura, principalmente no inicio", disse Guiga, que terminou o dia na 18a posição e está em 21o no geral.
"Tivemos bastante navegação por CAP, que é sempre mais complicado. Mas deu tudo certo", acrescentou Youssef.
Neste sábado, a programação do rali prevê a etapa maratona. No fim do dia, já em Uyuni, na Bolívia, os veículos são recolhidos ao parque fechado e as equipe de apoio não podem fazer a manutenção. "Teremos um deslocamento bem grande, com trechos em altitude e sem nosso apoio no fim do dia. É uma etapa bastante critica e importante", contou Guilherme.
"Além de confinar os carros no parque fechado, a organização irá limitar o acesso aos competidores. Teremos que dormir todos juntos em área controlada em forma de acampamento. Será um dia crítico em todos os aspectos", concluiu.

Daniel Ricciardo fez uma grande temporada em 2014, mas a Red Bull não entregou a ele um carro que desse condições de conquistar o título mundial. Em 2015, Ricciardo crê que a Mercedes não tem mais o que melhorar, enquanto Red Bull ainda tem muito onde evoluir. Portanto, o piloto acredita que a diferença entre as duas irá diminuir bastante

Alejandro Agag, diretor-executivo da F-E, afirmou que a FIA fez uma escolha lógica, quando optou por não colocar a categoria dos carros elétricos entre os campeonatos que podem beneficiar um piloto na obtenção da superlicença na F1

Desde o fim de 2011, é pelo sobrenome Wolff que a escocesa Susie atende. Antes, ela era conhecida como Susie Stoddart, a pilota da Mercedes no DTM. A mudança de nome se deu pelo casamento com Toto Wolff, o chefão da mercedes na F1, e o empresário austríaco acredita que tem mais atrapalhado do que ajudado na carreira da esposa. Ao falar da relação com Susie à revista francesa ‘Auto Hebdo’, o dirigente disse que não gosta de vê-la sendo chamada de 'a esposa do Toto Wolff’ e admitiu que ela já foi prejudicada pela associação.
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