Spinelli ressalta ineditismo de três modelos na Mitsubishi Cup com estreia da categoria ASX R

A grande novidade da temporada 2015 da Mitsubishi Cup é o ASX R, novo modelo de alta performance da marca dos três diamantes. Preparado pela Ralliart Brasil e baseado no modelo de rua do ASX, ele é exclusivo da competição, e se junta às categorias Pajero TR4 ER, Pajero TR4 ER Master, L200 Triton ER e L200 Triton RS

Depois de um ano forte até a última prova, a Mitsubishi Cup já está com tudo pronto para sua 16º temporada. Com a estreia de uma nova categoria e mudanças técnicas no regulamento, o rali cross-country de velocidade terá início no dia 28 de março, em Ribeirão Preto (SP).
 
A grande novidade da temporada 2015 da Mitsubishi Cup é o ASX R, novo modelo de alta performance da marca dos três diamantes. Preparado pela Ralliart Brasil e baseado no modelo de rua do ASX, ele é exclusivo da competição, e se junta às categorias Pajero TR4 ER, Pajero TR4 ER Master, L200 Triton ER e L200 Triton RS.
 
O ASX R tem transmissão manual de 5 marchas, sistema de tração "Electronic Control 4WD" e é equipado com motor 2.0 MIVEC, 16 válvulas, quatro cilindros em linha, injeção multipontos com controle eletrônico e potência de 172 cv e 23,1kgf.m, podendo atingir a velocidade máxima de 185 km/h.
 
"Será a primeira vez que teremos um crossover em nossos ralis. Além disso, com a estreia do ASX R, poderemos acompanhar três modelos no grid da Mitsubishi Cup, algo inédito até aqui", ressalta Guilherme Spinelli, diretor da Ralliart Brasil.
 
Os pilotos participarão da categoria pelo sistema de locação sit&drive, no qual toda a logística, desenvolvimento, preparação e manutenção ficam por conta da equipe de engenheiros e mecânicos da Ralliart Brasil. 
 
"O ASX R chamou a atenção de todos. Estamos ansiosos para ver mais esse carro levantando poeira nessa temporada", brinca Fred Macedo, campeão da Pajero TR4 ER em 2014, que disputará a nova categoria em 2015.
 
Outra novidade para a temporada 2015 é a venda de L200 Triton ER para pilotos. Essa medida visa dar mais opções para as equipes privadas e pilotos proprietários. Esse formato permitirá que o piloto e a equipe possam usar o modelo da Mitsubishi Cup em outras provas de rali do Brasil, inclusive no Rali dos Sertões.
 
"A L200 Triton ER coleciona ótimos resultados em várias competições. É um carro bicampeão invicto do Rali dos Sertões na categoria Super Production e um dos mais procurados da Mitsubishi Cup", explica Spinelli. 
ASX R (Foto: Murilo Mattos/Mitsubishi)
Para os novos proprietários, a Mitsubishi oferecerá um treinamento técnico para que os mecânicos conheçam todos os detalhes do veículo e saibam fazer a correta manutenção.
 
Com vários pilotos campeões e alguns estreantes na categoria, a L200 Triton RS, principal categoria da Mitsubishi Cup, promete disputas acirradas durante todo o ano. 
 
"A L200 Triton RS é a categoria máxima do rali brasileiro. Todas as duplas que se aventuram em provas off-road sonham em vencê-la", comenta Kaique Bentivoglio, navegador campeão de 2014 ao lado do piloto Lucas Moraes.
 
O modelo, alugado pelas duplas pelo sistema sit&drive, é o primeiro carro flex a vencer o Rali dos Sertões, e conta com um motor Mitsubishi V6 Flex e chassi de estrutura tubular, ideais para os mais variados tipos de competições off-road. Além disso, o protótipo também é munido de suspensão independente nas quatro rodas, tração 4×4 tempo integral com limitador de torque para o eixo dianteiro. 
 
Além do lançamento do ASX R e do início da venda da L200 Triton ER, a Mitsubishi Cup continuará contando com as categorias com Pajero TR4 ER preparados para competição. 
 
"Essas categorias são muito importantes para a Mitsubishi Cup. Temos duplas que fazem um ótimo trabalho nos Pajero TR4 ER e conseguem constantemente resultados expressivos, inclusive fora de nossa competição, como o atual título da categoria Production T2 no Rali dos Sertões", explica Spinelli.
 
Assim como em 2014, duas, das sete etapas da temporada, terão somente duas provas, e não três. No entanto, cada uma terá aproximadamente 50 km de extensão nessas etapas, e não em torno de 30 como em todas as outras. 
 
"A ideia de exigir uma estratégia diferente das duplas foi bem vinda entre os participantes", afirma Guiga. "Evidentemente que sempre o mais rápido ganhará, mas com provas com quase o dobro de tempo e de quilômetros, outras duplas têm a chance de se destacar", completa.
 
O sistema de pontuação continua o mesmo que foi adotado em 2014. As duplas poderão ter até quatro provas descartadas, com exceção da última etapa, que não será permitido o descarte, aumentando ainda mais a competitividade.
 
Para deixar o público mais próximo de suas duplas preferidas, em algumas etapas do ano serão montadas zonas de espetáculo, uma grande área para as pessoas acompanharem de perto as disputas na pista, com saltos e curvas planejadas para que os participantes deem um show de pilotagem. Além disso, os vencedores terão uma pontuação extra no campeonato.
 
UM OUTRO MASSA

Confiança renovada. Talvez seja este o principal ponto positivo da mudança de Felipe Massa para a Williams. A troca de equipe no início de 2014, nas palavras do próprio piloto, foi uma virada na carreira. Há um ano na Williams, é Felipe Massa quem faz a avaliação de que sua confiança está “muito acima” do que nos tempos de Ferrari. O que aconteceu entre 2010 e 2013 foi deixado no passado. “Estou muito bem. Consegui dar uma virada naquilo que estava acontecendo e que eu estava passando na Ferrari. Estou muito bem, feliz, 100% motivado e com uma confiança muito acima do que eu estava quando saí da Ferrari”, diz o piloto de 33 anos em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO no motorhome da Williams em Jerez de la Frontera, durante o primeiro teste da pré-temporada.

Confira a entrevista exclusiva completa com Felipe Massa no GRANDE PRÊMIO

MISSÃO A CUMPRIR

"Vou ganhar outro campeonato antes de me aposentar". É o que diz Pat Symonds, diretor-técnico da Williams e um dos pilares do renascimento da equipe de Grove. O veterano falou em uma entrevista ao site oficial da F1 sobre como encontrou a Williams em 2013, o que pensa do futuro da equipe, da categoria e de si mesmo e analisou seus pilotos. 

Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO

 A ODISSEIA DE ANDRÉ SUGUITA
Trader do mercado financeiro, André Suguita, paulista de 34 anos, aproveitou uma pausa em suas atividades em bancos de investimento para montar em um quadriciclo Can-AM Renegade e encarar os 9.295 km do Dakar — 4.752 deles de trecho cronometrado. Recém-chegado da aventura por Argentina, Bolívia e Chile, Suguita conversou com o GRANDE PRÊMIO e deu um relato entusiasmado de sua aventura. Décimo colocado na edição 2015 e primeiro brasileiro a completar o Dakar a bordo de um quadriciclo, André sentiu na pele as dores, os medos e as alegrias da maior prova off-road do mundo. Em ‘A Odisseia de André Suguita’, o GP traz um impressionante relato em três capítulos do brasileiro que realizou um sonho de infância e, de quebra, trouxe na bagagem lições que levará para toda a vida.

Dakar.

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